QUASE???

Um blog que é quase um desabafo perante as deficientes condições de Portugal.
Exija uma política ambiental diferente mas não critique tanto.
Não espere pelos outros: actualize-se e cumpra as normas dos países mais avançados.

Faça a diferença!

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Sábado, 04 de Janeiro de 2014

Gravidade zero – impressionante! Assim é a capacidade dos homens!

http://www.youtube.com/watch?v=EEu42L0ufBY&feature=colike

LauraBM às 00:25
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Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013

Pois é… você gosta realmente de cortar um pinheiro, juntar figurinhas e uma cabana, montar um presépio como nos seus tempos de criança. Tem razão, é muito bonito!

Mas, o eterno mas que nos obriga a repensar ideias e atitudes, diz-nos que essa época já vai longe.

O planeta está a abarrotar de lixo, as árvores escasseiam, e você teima em cortar pinheiros?

Ah, não é um pinheiro, é apenas a metade superior de um infeliz pinheirinho que você não se importa de matar.

Terminada a época natalícia, você também não se importa de contribuir com mais um pinheiro para as nossas lixeiras. Lembrou-se que uma árvore é um ser vivo que você inconscientemente matou?

Pois… E um pinheiro é uma árvore por demais valiosa, sabia? Cinquenta anos para se tornar numa árvore adulta!

 

Então, já que não há outro remédio senão repensar as nossas atitudes, que tal comprar um pinheiro falso que poderá guardar sem problema algum (nem mesmo de consciência) e voltar a usar no ano seguinte?

As figurinhas você guarda, não é? Com muito carinho, dentro duma caixa,  bem embrulhadas…

A cabana também guarda, claro.

Está visto que você não pretende usar pessoas em lugar de figuras nem construir uma cabana verdadeira, anualmente.

E se você não tem neve no local onde vive mas gosta de recordá-la, também não se importa que a criançada a imite espalhando pedacinhos de algodão, fios prateados, spray branco, etc. pois não?

Então porque é que o pinheiro tem que verdadeiro, cortado e retirado do seu habitat natural?

 

Vamos apostar na ecologia e bom  senso de cada um de nós? Vamos pensar no assunto?

 

E já agora, que tal ser você mesmo a compor o seu presépio ecológico? Na companhia dos seus filhos, sobrinhos, netos, etc.?

Olhe aí esse presépio lindo, onde não falta todo o significado da palavra Natal (nascimento de Jesus).

Vamos procurar seixos lisinhos, limpá-los, pintá-los e fazer este ano um presépio no qual você e a família realmente participaram?

Sim, pode ser no ano vindouro, claro, é preciso que você vá pensando nisso.

E este ano, durante o Verão, na praia, você põe a malta à procura das pedrinhas e guarda.

Valeu? Deixe o pinheirinho em paz na mãe natureza.

Feliz Natal!

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Laura Martins

LauraBM às 20:35
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Quinta-feira, 04 de Abril de 2013

 

https://www.youtube.com/watch?v=2DPdgduDyFc&feature=youtu.be

 

São tantos assuntos e tão prementes que eu me perco no meio disto.
Bem gostaria de saber em que pé está este assunto.
Como é possível que alguém, de repente, seja multinacional ou não, envie para um Parlamento (seja ele qual for) uma proposta para se apropriar de algo que sempre foi de todos? E como é possível que um Parlamento aceite e possa sequer pensar em pôr à aprovação tal ideia?
Um Parlamento não é uma pessoa só, são muitas!...
São governos, ou são mafiosos?
Acho que a resposta está implícita: MAFIOSOS! 

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COMENTÁRIOS ENTRE PORTUGAL E BRASIL (2 amigas)

 

Tudo aquilo que tem vindo a falar-se à boca pequena, afinal e infelizmente, tem vindo a concretizar-se. Nem dá p/acreditar que as grandes multinacionais queiram apoderar-se dum bem - as sementes - que são um bem público. Como é possível que a União Europeia tenha em votação um projecto destes?

 

Que credibilidade nos merece uma chamada União que só fomenta desunião e interesses financeiros?

 

Depois das troikas e do desastre que elas foram p/os países intervencionados onde grassa a miséria e a doença numa escala nunca vista, agora o monopólio das sementes, um bem universal.

 

A solução que resta aos países será, sem dúvida alguma, saírem do euro e livrarem.se duma cambada de golpistas.

 

Laura B. Martins
_______________
Tem razão, amiga minha... Apesar de estar distante daqui, não deixo de acompanhar o noticiário e cada dia fico mais alarmada com o comportamento desses homens, em que está se transformando a Europa - e não só. O mundo, Laura, parece que se desintegra e a humanidade segue fadada a um destino trágico e sombrio.
Fala sério, o que se pode esperar quando todos os pilares que nos sustentam estão plantados na ganância, guerra de poder, tiranias e tudo isto soma a banda podre da laranja, bem maior que o bem que se quer? Não duvido que nosso destino (do mundo) é a bancarrota e só depois do caos, talvez, surjam novos tempos (é cíclico isso, né?) e nós estamos presenciando uma transição sombria e desalentadora...
Beijo. Syl

 

LauraBM às 22:51
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Sabem, por acaso, que no próximo dia 18 de Abril será aprovado em Bruxelas uma directiva sobre as sementes para a agricultura?

 

Que, por exemplo, 75% das sementes que são lançadas à terra em cada ano são sementes guardadas pelos próprios agricultores e que isso será absolutamente proibido a partir de então?

Que vão ficar certificadas meia dúzia de marcas/empresas para fornecer à agricultura, acabando com identidades nacionais nessa área?

Que apenas podem chegar ao mercados, couves, alfaces e outros verdes, por exemplo, espécies provenientes dessa certificação?

Que para poder produzi-ser, a exploração terá de ter um mínimo de 10 hectares?

Que tudo isso se faz com base no interesse de algumas empresas produtoras de sementes que afirmam não ter o rendimento do investimento feito em tecnologia e outros meios de produção, esquecendo que os seu investigadores foram formados em universidades públicas e a tecnologia é sempre um esforço do País e sempre colocada à disposição da iniciativa privada?

Que a maioria dessas empresas beneficiaram de apoios económicos e financeiros em larga escala, de programas oficiais da comunidade, empréstimos da banca que hoje pagam os contribuintes à conta de tornar pública uma dívida que é privada?

Sabem que iremos ter a ASAE de novo a correr mercados municipais a analisar, a apreender e a inutilizas as couves que sempre comemos no nosso cozido à portuguesa?

 

Isto não é a Europa porque a própria Europa não passou da nossa ilusão, é apenas mais uma ferramenta para os desígnios da luta global pelo poder.

http://gaia.org.pt/sosementes

LauraBM às 00:34
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

Um aplauso para a invenção! Quando estará disponível mundialmente?

Quando estarão os governos aptos a pagar por este engenho miraculoso?

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Laura B. Martins

 

Sendo o plástico derivado de petróleo, agora podemos inverter!

Uma máquina para processar plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou querosene.

Os sacos de plástico de supermercado vão valer ouro.

O plástico regressa ao petróleo de onde veio. Trata-se de engenho e perseverança japonesa.

Tenho a certeza de que todos irão achar isto fascinante!!!

Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos... O som é todo em japonês.

Basta assistir lendo as legendas em inglês.
Mesmo para quem não entende japonês ou inglês, vale a pena assistir.

 

http://www.flixxy.com/convert-plastic-to-oil.htm

A máquina produzida em vários tamanhos, para usos industriais e em casa, pode facilmente transformar um quilo de resíduos de plástico em um litro de óleo, utilizando cerca de 1 kW · h de eletricidade, mas sem emitir CO2 no processo. A máquina usa um controle de temperatura do aquecedor elétrico ao invés de chamas, processamento de qualquer coisa, de polietileno ou poliestireno para polipropileno (números 2-4). Comentário: 1 kg de plástico produz um litro de óleo, que custa R $ 1,50. Este processo utiliza apenas cerca de 1 kW · h de energia elétrica, que custa menos de 20 centavos!

LauraBM às 00:16
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

DESABAFO

 

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.


O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

 

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.
Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

 

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

 

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

 

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

LauraBM às 23:16
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Terça-feira, 13 de Março de 2012

RECOLHA > Recolha Selectiva

http://www.afcal.pt/recolha.php 

A vivência quotidiana das pessoas implica a produção de desperdícios, vulgarmente designados por lixos, cuja denominação formal é resíduos sólidos urbanos. A condução dos resíduos a um destino final adequado é precedida de um conjunto de operações que se sintetizam do seguinte modo: deposição, pelos seus produtores, em recipientes adequados à sua recolha, transporte, tratamento/valorização e eliminação da fracção ainda restante no final da última etapa do processo – o confinamento em aterro sanitário. A recolha selectiva surge da necessidade de valorizar alguns tipos de resíduos através, por exemplo, da reciclagem.
Departamento Higiene Urbana e Resíduos Sólidos CML

linha em branco
Na Europa são inúmeros os sistemas de recolha selectiva de embalagens de cartão para alimentos líquidos, cujo destino é a reciclagem. Todos eles se baseiam na colaboração activa dos cidadãos e das autarquias.

 

Os sistemas devem ser adaptados às características de cada comunidade: densidade populacional, tipos de habitação, hábitos de consumo, clima, variações sazonais e sistemas já existentes. Um sistema de recolha eficiente constitui um requisito indispensável para garantir a viabilidade económica da reciclagem.

 

1 Deposição Resíduos - Ecoponto
2 Recolha Resíduos
3 Estação de triagem
4 Fábrica reciclagem
5 Produtos reciclados
LauraBM às 22:36
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

O arco das rosas foi uma ideia que se tornou num amor.

Dá muito trabalho mas compensa.

 

O jardim ficou muito valorizado e é uma alegria olhar a quantidade de maravilhosas rosas que produz a minha roseira.

 

Começam na Primavera, onde a profusão de flores é incrível, mas estendem-se por todo o Verão e Outono.

 

Mesmo durante o Inverno não deixa de nos premiar, de vez em quando, com uma ou duas rosas.

 

Querida roseira! Adoro-a!

LauraBM às 23:29
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Domingo, 18 de Dezembro de 2011

Entregue na Farmácia os medicamentos que já não usa.

Não os deite no lixo!

Preserve o ambiente que é nosso.

 

Melhor ainda: Não deixe passar o prazo dos medicamentos que deixou de usar;

veja se a sua Junta de Freguesia tem um plano para eles serem doados a quem necessita.

O Pai Natal não precisa de ter um nome próprio!

 

Obrigada!

 

LauraBM às 00:57
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Sábado, 10 de Dezembro de 2011

Quantas horas de filmagem para produzir esse filme de menos de 3 minutos?

LauraBM às 00:48
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011

Este documentário foi gravado em Porto Alegre em 1989.

Apesar de ter sido gravado há muitos anos,

o problema permanece atual!



LauraBM às 23:27
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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011


Hora de inventar alguma coisa de bom:

despoluir ou seja - limpar o lixo dos outros.


LauraBM às 23:07
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Sábado, 04 de Junho de 2011

Cada família sabe melhor do que ninguém como prefere orientar o espaço e a arrumação em sua casa. Mas não se pense que a única maneira de separar as embalagens usadas e de participar na reciclagem é ter três, ou mesmo quatro, caixotes do lixo. Pode, por exemplo, utilizar um caixote para os resíduos orgânicos e outro para tudo o que é embalagem, separando os resíduos já à boca do ecoponto. Outra alternativa será comprar um caixote com três divisórias, já disponível no mercado, e que torna a tarefa mais simples. Estes caixotes têm dimensões relativamente reduzidas e já se encontram a preços acessíveis. Por último, ponha a sua imaginação a trabalhar, por exemplo, se tem filhos porque não pô-los a construir um ecoponto de caixas de cartão? Uma actividade lúdica e educativa que os pode divertir e ajudá-lo a si na tarefa de separar.


Existem apenas alguns passos básicos que deve seguir de forma a tornar o processo de reciclagem mais eficiente:


  • Escorra e despeje todo o conteúdo das embalagens;
  • Quando possível, espalme-as para ocuparem menos espaço em casa, facilitar o seu transporte e diminuir o número de deslocações ao ecoponto;
  • Para evitar maus cheiros pode passar por água algumas embalagens;
  • Deposite no ecoponto o saco que usou para transportar as embalagens usadas.
LauraBM às 00:17
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

As mudanças de que ninguém fala mas deveriam ser anunciadas alto e bom som:

Há por aí muita gente que ainda deita no lixo e não no embalão as caixas plásticas de margarina e as garrafas plásticas de óleo.
E isto porquê?
Porque estes anúncios não são pagos, penso eu, não dão dinheiro.
Mas o público deveria ser avisado das mudanças boas que dizem respeito à reciclagem.
Então, porque é que não são anunciadas e se deixa que as lixeiras continuem a receber este desastre plástico se ele já pode ser aproveitado?
Alguém me sabe explicar?
Eu soube porque telefonei para a Câmara do Seixal a falar nas gorduras e aproveitei para perguntar sobre outros assuntos.
Graças a Deus que nessa Câmara, sempre me sabem informar do que eu preciso.
Pena tenho eu, quando comprei casa, não ter sido nesse município. Bem melhor estaria!

Aproveito para dar os Parabéns ao Presidente da Câmara do Seixal, cujo jornal eu recebo em casa, pelos inúmeros benefícios efectuados em prol dos munícipes.
E não é sem motivo que o mesmo Presidente tem sido eleito anos a fio.
Pelo menos aquela Câmara, se está endividada, a gente sabe porquê.
Nada é gratuito mas os moradores, certamente, entendem e agradecem.
-------------------------------------
artigo recebido via Internet sem autoria
LauraBM às 17:45
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

As pilhas e baterias de celulares, câmaras digitais, controle remoto, relógios, etc, etc... contém materiais que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões. São eles: cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, etc.

Não se esqueça de os meter nos locais respectivos: os contentores existentes à porta das lojas Worten, nos super e hipermercados Continente.

Que bom!  Estava difícil de nos vermos livres dessa tralha.

LauraBM às 23:18
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

arvores_caidas.jpgChegaram mãos criminosas e máquinas, todo o dia.
Impávidas, derrubaram árvores, quantas havia.

Em pernadas decepadas, ficaram ramos por terra;
as raízes trucidadas, num cenário de guerra.

A tudo assisti, chorando. Tudo, eu presenciei.
Dia após dia, tombando árvores que tanto amei.

Em pedaços, pareciam leprosas, apodrecidas.
Bichados troncos jaziam, terminadas suas vidas.

Mesmo aquelas pequeninas, acabadas de nascer,
deixaram, mãos assassinas, raiz ao sol, fenecer.

Vi morrerem uma a uma. E vi cremá-las também.
Sempre à terra volta, em suma, tudo que da terra vem.
---------------------------
1/05/2003
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

LauraBM às 21:47
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

pinheiros_mts.jpgOlha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores novas, mais amigas:
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...

Homem, fera, e insecto, à sombra delas
Vivem, livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.

Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo! Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem;

Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!
----------
Olavo Bilac

LauraBM às 21:25
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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

carropraportugues3.gifÉ, amigos!

A vida está cara e a gasosa está pela hora da morte! rsssss

Que tal este carrinho movido a vento natural e só com 2 pneus para economizar?

LauraBM às 00:17
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Terça-feira, 10 de Junho de 2008

euusosacoladepano.jpgNão use sacolas plásticas. Não toque nelas. Não chegue perto delas. Elas mordem. Elas penetram seus poros, infestam sua casa e se grudam na terra cheirosa do seu planeta. Seu planeta fica indigesto, mastigando a sacola de plástico por 50 anos, tendo azia por outros 50, tentando absorvê-la por mais 50 anos.

Enquanto isso você nasce, cresce, reproduz e morre. Seu filho nasce, cresce torto, reproduz mal e morre logo. Seu neto nasce mal, não cresce e, cercado por sujeira plástica e poluição, desiste de reproduzir.
Por isso, volte a usar as velhas, boas, MUITO MAIS RESISTENTES e DURÁVEIS SACOLAS DE PANO. Fale com sua avó sobre isso. Ela deve ter em alguma gaveta uma bela sacola de lona ou de pano grosso. Vá ao mercado com sua própria sacola, é muito mais maneiro. Quer uma dica: pinte o tecido de sua sacola do seu jeito. Por exemplo, pinte uma árvore nela. Ou uma Lua Cheia. Ou o que você quiser, afinal, você é exclusivo!

Fale com o gerente do supermercado. Diga para ele disponibilizar sacolas de pano aos clientes. Assim ele não terá de comprar milhões de futuros dejectos plásticos e os netos dele viverão num planeta mais limpo. Diga para ele: "se tu é macho, faz uma promoção: quem vier às compras com sacola de pano ganha 1% de desconto ou 30 dias no cheque ou meia dúzia de pãezinhos, ou um grande ABRAÇO..."
Se você tiver grana, COMPRE SACOLAS DE PANO e as distribua na entrada dos mercados.
Se você não tiver grana, mas tiver alguma habilidade manual, FAÇA as sacolas, PINTE frases legais nelas e vá para a porta do mercado vendê-las. Eis algumas sugestões para as estampas das sacolas:
EU SALVO O PLANETA, EU USO SACOLA DE PANO
UMA SACOLA NA MÃO E UMA IDÉIA NA CABEÇA: SALVAR O MUNDO
USE SACOLA PERMANENTE, PORQUE A TERRA NÃO É DESCARTÁVEL
QUEM USA SACOLA PLÁSTICA É BURRO!
EU USO SACOLA DE PANO E SOU FELIZ!

Se você for vereador ou candidato a, crie leis incentivando o uso de sacolas, sacos, mochilas, malas, maletas feitos de pano, lona, jeans, couro, papelão, folha de bananeira ou outro material BIODEGRADÁVEL. Crie um concurso municipal para incentivar o design de sacolas e de estampas.
Se você for gerente de supermercado ou de loja NÃO USE MAIS SACOLAS PLÁSTICAS, pelo AMOR do planeta.

Se você for consumidor, compre ou confeccione sua própria sacola de material não plástico.
E ANDE COM ELA PELO MUNDO, DE MÃOS DADAS PARA SALVAR O PLANETA.
--------
(Rôcki)

LauraBM às 00:07
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Sábado, 10 de Maio de 2008

simbolo_pontoverde2.JPG www.omeuecoponto.pt

 

15-O símbolo "Ponto Verde" significa que a embalagem é reciclada?

Não. O símbolo "Ponto Verde" não é um símbolo ecológico, não significa que a embalagem é reciclada ou reciclável. Esse símbolo indica que para essa embalagem, foi paga uma contribuição financeira à Sociedade Ponto Verde que se responsabiliza pela sua valorização e reciclagem depois de usada.
====================

Então sempre é reciclável, não?
Sempre me fez imensa confusão esta coisa do símbolo Ponto Verde. Então o que é que a gente faz com essas embalagens? Por exemplo, há iogurts que ostentam esse símbolo e, no entanto, dizem-nos que devemos deitar no lixo essas embalagens porque não servem para a reciclagem.
Então, para quê fabricá-las?
Grata
Laura B. Martins

Exma. Sra. Laura Martins,
Em resposta ao solicitado indicamos que o símbolo Ponto Verde colocado numa embalagem significa que, para essa embalagem, foi paga uma contribuição
financeira à Sociedade Ponto Verde, entidade responsável pela valorização e reciclagem de embalagens usadas a nível nacional.

EX.: Quando a embalagem é colocada num aterro a sua deposição tem os seus custos.
De qualquer maneira, a empresa embaladora, responsável pela colocação dessa embalagem no mercado, paga essa contribuição à SPV para que essa embalagem tenha um destino final adequado. E esse destino, no caso das embalagens que ainda não têm a sua reciclagem em Portugal, como é este caso das embalagens de manteiga, pode ser, em grande parte dos
casos, o aterro controlado.
=================================
A Sociedade Ponto Verde está inteiramente ao seu dispor para esclarecer qualquer questão adicional, através da Internet ou pela linha azul 808 500 045 (dias úteis, entre as 09 e as 22 horas).
Linha Ponto Verde: 808 500 045
http://www.pontoverde.pthttp://www.pontoverde.pt

LauraBM às 23:53
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

planetaverde.JPGECONOMIZAR ENERGIA E PROTEGER O PLANETA

Vale a pena lembrar!

Cada um tem que fazer sua parte e não esperar que o outro faça...

1.      Tape suas panelas enquanto cozinha
Parece óbvio, não é? E é mesmo! Ao tapar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.
2.        Use uma garrafa térmica com água gelada
Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros. Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo de água
3.        Aprenda a cozinhar em panela de pressão
Acredite... dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc... Muito mais rápido e economizando 70% de gás.
4.        Cozinhe com fogo mínimo
Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida.
5.        Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez
Evite o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc...
6.        Coma menos carne vermelha
A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1 kg de carne vermelha é necessário 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros.
7.        Não troque o seu celular
Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer Zé Mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de colecta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.
8.        Compre um ventilador de teto
Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa ideia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.
9.        Use somente pilhas e baterias recarregáveis
É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.
10.        Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbónico a mais na atmosfera por ano.
11.        Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbónico anualmente.
12.        Escolha electrodomésticos de baixo consumo energético
Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).
13.         Não deixe seus aparelhos em standby
Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um electrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.
14.        Mude sua geladeira ou freezer de lugar
Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15cm das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e ténis para secar atrás deles então, nem pensar!
15.        Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias
O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do electrodoméstico a médio/longo prazo.
16.        Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, seleccione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.
17.        Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas
As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais energia eléctrica
18.        Tome banho de chuveiro
E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.
19.        Use menos água quente
Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.
20.         Pendure ao invés de usar a secadora
Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbónico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.3
21.        Nunca é demais lembrar: recicle Recicle no trabalho e em casa. Se a sua cidade ou bairro não tem colecta selectiva, leve o lixo até um posto de colecta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).
22.        Faça compostagem
Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.
23.        Reduza o uso de embalagens
Embalagem menor é sinónimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.
24.        Compre papel reciclado
Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.
25.        Utilize uma sacola para as compras
Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbónico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
26.        Plante uma árvore: Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbónico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.
27.        Compre alimentos produzidos na sua região
Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.
28.         Compre alimentos frescos ao invés de congelados
Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma prática que nem sempre vale a pena.
29.        Compre orgânicos
Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insectos e ainda por cima absorvem mais gás carbónico da atmosfera que a agricultura "tradicional"? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbónico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.
30.        Ande menos de carro
Use menos o carro e mais o transporte colectivo (ônibus, metro) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.
31.        Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro
Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.
32.        Mantenha seu carro regulado
Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correcta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbónico a menos na atmosfera.
33.        Lave o carro a seco
Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.
34.        Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbónico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.
35.        Use o telefone ou a Internet
A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.
36.        Voe menos, reúna-se por videoconferência
Reuniões por videoconferência são tão efectivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.
37.        Economize CDs e DVDs
CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.
38.        Proteja as florestas
Por anos os ambientalistas foram vistos como "eco-chatos". Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbónico controlada na atmosfera.
39.        Considere o impacto de seus investimentos
O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.
40.        Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em acções concretas. Por isso, não olhe apenas para as acções que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?
41.        Desligue o computador
Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.
42.        Considere trocar seu monitor
O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais económicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comité para a Democratização da Informática.
43.         No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes
do final do expediente Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.
44.        Não permita que as crianças brinquem com água
Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada ideia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.
45.        No hotel, economize toalhas e lençóis
Use o bom senso... Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia? Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençóis, a não ser que você faça xixi na cama...
46.        Participe de acções virtuais
A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!
47.        Instale uma válvula na sua descarga
Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!
48.        Não peça comida para viagem
Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.
49.        Regue as plantas à noite
Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.
50.        Frequente restaurantes naturais/orgânicos
Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.
51.        Vá de escada
Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia eléctrica dos elevadores.
52.        Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses - e de todo o planeta - sejam atendidos.
53.        Divulgue essa lista!
Envie essa lista por e-mail para seus amigos, divulgue o link do post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, e, quando possível, cite a fonte. O Mude o Mundo agradece, e o planeta também!

LauraBM às 23:09
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

ecopontos_familia.jpg“A vivência quotidiana das pessoas implica a produção de desperdícios, vulgarmente designados por lixos, cuja denominação formal é resíduos sólidos urbanos. A condução dos resíduos a um destino final adequado é precedida de um conjunto de operações que se sintetizam do seguinte modo: deposição, pelos seus produtores, em recipientes adequados à sua recolha, transporte, tratamento/valorização e eliminação da fracção ainda restante no final da última etapa do processo – o confinamento em aterro sanitário. A recolha selectiva surge da necessidade de valorizar alguns tipos de resíduos através, por exemplo, da reciclagem.”

Departamento Higiene Urbana e Resíduos Sólidos CML

Na Europa são inúmeros os sistemas de recolha selectiva de embalagens de cartão para alimentos líquidos, cujo destino é a reciclagem. Todos eles se baseiam na colaboração activa dos cidadãos e das autarquias.
Os sistemas devem ser adaptados às características de cada comunidade: densidade populacional, tipos de habitação, hábitos de consumo, clima, variações sazonais e sistemas já existentes. Um sistema de recolha eficiente constitui um requisito indispensável para garantir a viabilidade económica da reciclagem.

1 --------- Deposição Resíduos - Ecoponto
2 --------- Recolha Resíduos
3 --------- Estação de triagem
4 --------- Fábrica reciclagem
5 --------- Produtos reciclados

Consultar:

http://www.afcal.pt/recolha.php

LauraBM às 22:44
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Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Por  Eduardo Galeano

A explosão do consumo no mundo atual faz mais barulho do que todas as guerras e mais algazarra do que todos os carnavais. Como diz um velho provérbio turco, aquele que bebe a conta, fica bêbado em dobro. A gandaia aturde e anuvia o olhar; esta grande bebedeira universal parece não ter limites no tempo nem no espaço. Mas a cultura de consumo faz muito barulho, assim como o tambor, porque está vazia; e na hora da verdade, quando o estrondo cessa e acaba a festa, o bêbado acorda, sozinho, acompanhado pela sua sombra e pelos pratos quebrados que deve pagar. A expansão da demanda se choca com as fronteiras impostas pelo mesmo sistema que a gera. O sistema precisa de mercados cada vez mais abertos e mais amplos tanto quanto os pulmões precisam de ar e, ao mesmo tempo, requer que estejam no chão, como estão, os preços das matérias primas e da força de trabalho humana. O sistema fala em nome de todos, dirige a todos suas imperiosas ordens de
consumo, entre todos espalha a febre compradora; mas não tem jeito: para quase todo o mundo esta aventura começa e termina na telinha da TV. A maioria, que contrai dívidas para ter coisas, termina tendo apenas dívidas para pagar suas dívidas que geram novas dívidas, e acaba consumindo fantasias que, às vezes, materializa cometendo delitos. O direito ao desperdício, privilégio de poucos, afirma ser a liberdade de todos.

Dize-me quanto consomes e te direi quanto vales. Esta civilização não deixa as flores dormirem, nem as galinhas, nem as pessoas. Nas estufas, as flores estão expostas à luz contínua, para fazer com que cresçam mais rapidamente.
Nas fábricas de ovos, a noite também está proibida para as galinhas. E as pessoas estão condenadas à insônia, pela ansiedade de comprar e pela angústia de pagar. Este modo de vida não é muito bom para as pessoas, mas é muito bom para a indústria farmacêutica. Os EUA consomem metade dos calmantes, ansiolíticos e demais drogas químicas que são vendidas legalmente no mundo; e mais da metade das drogas proibidas que são vendidas ilegalmente, o que não é uma coisinha à-toa quando se leva em conta que os EUA contam com apenas cinco por cento da população mundial.

«Gente infeliz, essa que vive se comparando», lamenta uma mulher no bairro de Buceo, em Montevidéu. A dor de já não ser, que outrora cantava o tango, deu lugar à vergonha de não ter. Um homem pobre é um pobre homem. «Quando não tens nada, pensas que não vales nada», diz um rapaz no bairro Villa Fiorito, em Buenos Aires. E outro confirma, na cidade dominicana de San Francisco de Macorís: «Meus irmãos trabalham para as marcas. Vivem comprando etiquetas, e vivem suando feito loucos para pagar as prestações».

Invisível violência do mercado: a diversidade é inimiga da rentabilidade, e a uniformidade é que manda. A produção em série, em escala gigantesca, impõe em todas partes suas pautas obrigatórias de consumo. Esta ditadura da uniformização obrigatória é mais devastadora do que qualquer ditadura do partido único: impõe, no mundo inteiro, um modo de vida que reproduz seres humanos como fotocópias do consumidor exemplar.

O consumidor exemplar é o homem quieto. Esta civilização, que confunde quantidade com qualidade, confunde gordura com boa alimentação. Segundo a revista científica The Lancet, na última década a «obesidade mórbida» aumentou quase 30% entre a população jovem dos países mais desenvolvidos. Entre as crianças norte-americanas, a obesidade aumentou 40% nos últimos dezesseis anos, segundo pesquisa recente do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Colorado. O país que inventou as comidas e bebidas light, os diet food e os alimentos fat free, tem a maior quantidade de gordos do mundo. O consumidor exemplar desce do carro só para trabalhar e para assistir televisão. Sentado na frente da telinha, passa quatro horas por dia devorando comida plástica.

Vence o lixo fantasiado de comida: essa indústria está conquistando os paladares do mundo e está demolindo as tradições da cozinha local. Os costumes do bom comer, que vêm de longe, contam, em alguns países, milhares de anos de refinamento e diversidade e constituem um patrimônio coletivo que, de algum modo, está nos fogões de todos e não apenas na mesa dos ricos. Essas tradições, esses sinais de identidade cultural, essas festas da vida, estão sendo esmagadas, de modo fulminante, pela imposição do saber químico e único: a globalização do hambúrguer, a ditadura do fast food. A plastificação da comida em escala mundial, obra do McDonald´s, do Burger King e de outras fábricas, viola com sucesso o direito à autodeterminaçã o da cozinha: direito sagrado, porque na boca a alma tem uma das suas portas.

A Copa do Mundo de futebol de 1998 confirmou para nós, entre outras coisas, que o cartão MasterCard tonifica os músculos, que a Coca-Cola proporciona eterna juventude e que o cardápio do McDonald´s não pode faltar na barriga de um bom atleta. O imenso exército do McDonald´s dispara hambúrgueres nas bocas das crianças e dos adultos no planeta inteiro. O duplo arco dessa M erviu como estandarte, durante a recente conquista dos países do Leste Europeu.

As filas na frente do McDonald´s de Moscou, inaugurado em 1990 com bandas e fanfarras, simbolizaram a vitória do Ocidente com tanta eloqüência quanto a queda do Muro de Berlim. Um sinal dos tempos: essa empresa, que encarna as virtudes do mundo livre, nega aos seus empregados a liberdade de filiar-se a qualquer sindicato. O McDonald´s viola, assim, um direito legalmente consagrado nos muitos países onde opera. Em 1997, alguns trabalhadores, membros disso que a empresa chama de Macfamília, tentaram sindicalizar- se em um restaurante de Montreal, no Canadá: o restaurante fechou. Mas, em 98, outros empregados do McDonald´s, em uma pequena cidade próxima a Vancouver,
conseguiram essa conquista, digna do Guinness.

As massas consumidoras recebem ordens em um idioma universal: a publicidade conseguiu aquilo que o esperanto quis e não pôde.

Qualquer um entende, em qualquer lugar, as mensagens que a televisão transmite. No último quarto de século, os gastos em propaganda dobraram no mundo todo. Graças a isso, as crianças pobres bebem cada vez mais Coca-Cola e cada vez menos leite e o tempo de lazer vai se tornando tempo de consumo obrigatório. Tempo livre, tempo prisioneiro: as casas muito pobres não têm cama, mas têm televisão, e a televisão está com a palavra. Comprado em prestações, esse animalzinho é uma prova da vocação democrática do progresso: não escuta ninguém, mas fala para todos.

Pobres e ricos conhecem, assim, as qualidades dos automóveis do último modelo, e pobres e ricos ficam sabendo das vantajosas taxas de juros que tal ou qual banco oferece. Os especialistas sabem transformar as mercadorias em mágicos conjuntos contra a solidão. As coisas possuem atributos humanos: acariciam, fazem companhia, compreendem, ajudam, o perfume te beija e o carro é o amigo que nunca falha. A cultura do consumo fez da solidão o mais lucrativo dos mercados.

Os buracos no peito são preenchidos enchendo-os de coisas, ou sonhando com fazer isso. E as coisas não só podem abraçar: elas também podem ser símbolos de ascensão social, salvo-condutos para atravessar as alfândegas da sociedade de classes, chaves que abrem as portas proibidas. Quanto mais exclusivas, melhor: as coisas escolhem você e salvam você do anonimato das multidões. A publicidade não informa sobre o produto que vende, ou faz isso muito raramente. Isso é o que menos importa. Sua função primordial consiste em compensar frustrações e alimentar fantasias. Comprando este creme de barbear, você quer se transformar em quem?

O criminologista Anthony Platt observou que os delitos das ruas não são fruto somente da extrema pobreza. Também são fruto da ética individualista.
A obsessão social pelo sucesso, diz Platt, incide decisivamente sobre a apropriação ilegal das coisas. Eu sempre ouvi dizer que o dinheiro não trás felicidade; mas qualquer pobre que assista televisão tem motivos de sobra para acreditar que o dinheiro trás algo tão parecido que a diferença é assunto para especialistas.

Segundo o historiador Eric Hobsbawm, o século XX marcou o fim de sete mil anos de vida humana centrada na agricultura, desde que apareceram os primeiros cultivos, no final do paleolítico. A população mundial torna-se urbana, os camponeses tornam-se cidadãos. Na América Latina temos campos sem ninguém e enormes formigueiros urbanos: as maiores cidades do mundo, e as mais injustas. Expulsos pela agricultura moderna de exportação e pela erosão das suas terras, os camponeses invadem os subúrbios. Eles acreditam que Deus está em todas partes, mas por experiência própria sabem que atende nos grandes centros urbanos.

As cidades prometem trabalho, prosperidade, um futuro para os filhos. Nos campos, os esperadores olham a vida passar, e morrem bocejando; nas cidades, a vida acontece e chama. Amontoados em cortiços, a primeira coisa que os recém chegados descobrem é que o trabalho falta e os braços sobram, que nada é de graça e que os artigos de luxo mais caros são o ar e o silêncio.

Enquanto o século XIV nascia, o padre Giordano da Rivalto pronunciou, em Florença, um elogio das cidades. Disse que as cidades cresciam «porque as pessoas sentem gosto em juntar-se». Juntar-se, encontrar-se. Mas, quem contra com quem? A esperança encontra-se com a realidade? O desejo, encontra-se com o mundo? E as pessoas, encontram-se com as pessoas?  Se as relações humanas foram reduzidas a relações entre coisas, quanta gente encontra-se com as coisas?

O mundo inteiro tende a transformar- se em uma grande tela de televisão, na qual as coisas se olham mas não se tocam. As mercadorias em oferta invadem e privatizam os espaços públicos.

Os terminais de ônibus e as estações de trens, que até pouco tempo atrás eram espaços de encontro entre pessoas, estão se transformando, agora, em espaços de exibição comercial. O shopping center, o centro comercial, vitrine de todas as vitrines, impõe sua presença esmagadora. As multidões concorrem, em peregrinação, a esse templo maior das missas do consumo. A maioria dos devotos contempla, em êxtase, as coisas que seus bolsos não podem pagar, enquanto a minoria compradora é submetida ao bombardeio da oferta incessante e extenuante. A multidão, que sobe e desce pelas escadas mecânicas, viaja pelo mundo: os manequins vestem como em Milão ou Paris e as máquinas soam como em Chicago; e para ver e ouvir não é preciso pagar passagem. Os turistas vindos das cidades do interior, ou das cidades que ainda não mereceram estas benesses da felicidade moderna, posam para a foto, aos pés das marcas internacionais mais famosas, tal e como antes posavam aos
pés da estátua do prócer na praça.

Beatriz Solano observou que os habitantes dos bairros suburbanos vão ao center, ao shopping center, como antes iam até o centro. O tradicional passeio do fim-de-semana até o centro da cidade tende a ser substituído pela excursão até esses centros urbanos. De banho tomado, arrumados e penteados, vestidos com suas melhores galas, os visitantes vêm para uma festa à qual não foram convidados, mas podem olhar tudo. Famílias inteiras empreendem a viagem na cápsula espacial que percorre o universo do consumo, onde a estética do mercado desenhou uma paisagem alucinante de modelos, marcas e etiquetas.

A cultura do consumo, cultura do efêmero, condena tudo à descartabilidade midiática. Tudo muda no ritmo vertiginoso da moda, colocada à serviço da necessidade de vender. As coisas envelhecem num piscar de olhos, para serem substituídas por outras coisas de vida fugaz. Hoje, quando o único que permanece é a insegurança, as mercadorias, fabricadas para não durar, são tão voláteis quanto o capital que as financia e o trabalho que as gera. O dinheiro voa na velocidade da luz: ontem estava lá, hoje está aqui, amanhã quem sabe onde, e todo trabalhador é um desempregado em potencial.

Paradoxalmente, os shoppings centers, reinos da fugacidade, oferecem a mais bem-sucedida ilusão de segurança. Eles resistem fora do tempo, sem idade e sem raiz, sem noite e sem dia e sem memória, e existem fora do espaço, além das turbulências da perigosa realidade do mundo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efêmera, que se esgota assim como se esgotam, pouco depois de nascer, as imagens disparadas pela metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem pausa, no mercado. Mas, para qual outro mundo vamos nos mudar? Estamos todos obrigados a acreditar na historinha de que Deus vendeu o planeta para umas poucas empresas porque, estando de mau humor, decidiu privatizar o universo? A sociedade de consumo é uma armadilha
para pegar bobos.

Aqueles que comandam o jogo fazem de conta que não sabem disso, mas qualquer um que tenha olhos na cara pode ver que a grande maioria das pessoas consome pouco, pouquinho e nada, necessariamente, para garantir a existência da pouca natureza que nos resta. A injustiça social não é um erro por corrigir, nem um defeito por superar: é uma necessidade essencial. Não existe natureza capaz de alimentar um shopping center do tamanho do planeta.
--------------------------
Tradução: Verso Tradutores
Fonte: Agência Carta Maior

LauraBM às 22:42
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Para quem ainda tem dúvidas sobre os horríveis alimentos transgênicos, não pode perder, aqui, a oportunidade de se informar.
A gente só pode reclamar quando inteirado do assunto; caso contrário é preferível ficar calado.
----------------
26/01/2004
Laura


As mentiras da Monsanto


Divulgamos agora a posição da Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos sobre a belíssima propaganda que a multinacional estadunidense Monsanto está veiculando em horário nobre na Rede Globo, onde se passa emocionalmente a idéia de que os transgênicos são a melhor coisa do mundo, a salvação da humanidade contra a fome.

A Monsanto está investindo pesado no Brasil. Já colocou no bolso o governo do PT, incluindo a ministra do Meio Ambiente, que chora diante das câmeras de TV mas atende subservientemente as determinações dessa multinacional. A ministra faz pose de coitadinha, divulga na mídia que "fiquei doente quando era criança" - e ficou mesmo - mas hoje, de posse do cargo, não leva em conta que muitas e muitas outras crianças poderão também ficar doentes com os agrotóxicos e com os transgênicos da Monsanto.

Foi no Rio Grande do Sul governado por Olívio Dutra que os transgênicos iniciaram sua penetração no Brasil. Olívio faz pose de homem íntegro, sério, divulga a imagem de "reserva moral" dentro da bandalheira generalizado em que se transformou o PT, mas deixou que o plantio ilegal de soja transgênica inundasse aquele estado. Se sabia do que ocorria, foi conivente com o crime. Se não sabia, foi apenas um incompetente a mais.

A Monsanto está gastando rios de dinheiro para conquistar os corações e mentes dos brasileiros. Por que isso? Porque o Brasil representa não apenas um grande mercado para as sementes e agrotóxicos dessa multinacional mas também porque se nosso país não plantasse soja transgênica representaria uma séria ameaça de mercado aos produtores estadunidenses da soja transgênica dessa empresa.

O texto da Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos deixa mais do que claro que a propaganda da Monsanto é enganosa e fere frontalmente o Código de Defesa do Consumidor. Agora me diga o prezado leitor: você acha que o Ministério Público, o Ministério da Justiça e o Poder Judiciário brasileiro tomarão quaisquer providências para barrar mais essa ilegalidade? 

Esse é o Brasil de Lulacaio das multinacionais ... São tantas as malandragens, tantas as podridões, tantos os desmandos que corremos o risco de não mais nos indignarmos quando nos defrontamos com mais uma bandalheira. Até por proteção à nossa sanidade mental, acabamos pensando algo assim:
"Ah! É só mais uma sacanagem. É melhor deixar prá lá senão eu acabo ficando maluco."

Henfil afirmava que temos que recuperar nossa capacidade de indignação. Pois indigne-se, prezado leitor, e repasse esta carta o mais amplamente que puder, para que outros também se indignem. Se não nos rendermos ao senso comum, um dia seremos capazes de virar esse jogo.
------------------
Aquele Abraço!
Álvaro Frota


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Monsando veicula propaganda enganosa sobre transgênicos
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos


"Imagine um mundo que preserve a natureza, o ar, os rios. Onde a gente possa produzir mais com menos agrotóxicos, sem desmatar as florestas. Imagine um mundo com mais alimentos e os alimentos mais nutritivos e as pessoas com mais saúde. Já pensou? Ah, mas você nunca imaginou que os transgênicos podem ajudar a gente nisso. Você já pensou num mundo melhor? Você pensa como a gente. Uma iniciativa Monsanto com apoio da Associação Brasileira de Nutrologia."

A Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos vem a público manifestar seu repúdio à publicidade que vem sendo veiculada pela empresa Monsanto na TV, em rádios e na imprensa escrita. Numa abordagem “emocional”, a campanha publicitária busca aproximar o público formador de opinião do tema da biotecnologia e dos transgênicos estabelecendo uma relação inexistente dos transgênicos com a conservação do meio ambiente.
O comercial tenta levar o consumidor a acreditar que a segurança alimentar e ambiental dos produtos transgênicos já está mais do que comprovada, citando benefícios que a biotecnologia poderia proporcionar.

1.) O anúncio começa insinuando que os transgênicos poderiam ajudar a “preservar a natureza, o ar e os rios”.
É importante que se esclareça que existem apenas dois “tipos” de plantas transgênicas sendo produzidas comercialmente hoje em dia. As primeiras, que somam 75% das plantas transgênicas produzidas mundialmente, apresentam a característica de serem resistentes a herbicidas (agrotóxicos específicos para matar mato). Ou seja, se antes o agricultor utilizava o agrotóxico com cuidado, sob risco de prejudicar a própria lavoura, com esses cultivos ele pode pulverizar o produto à vontade sobre a lavoura que todas as plantas morrerão, salvo as transgênicas. Notem que a Monsanto, que desenvolveu estas sementes transgênicas, é também quem produz o herbicida ao qual elas resistem.
O segundo tipo, que concentra 17% dos transgênicos produzidos atualmente, são as chamadas plantas inseticidas (ou Bt), que receberam genes de uma bactéria do solo e passaram a produzir toxinas inseticidas. Quando o inseto se alimenta de qualquer parte da planta Bt, ele morre. Os 8% restantes dos transgênicos combinam as duas características citadas acima: resistência a herbicidas e propriedades inseticidas.
Até o presente momento, não se observou nenhuma relação de benefício das plantas resistentes a herbicidas ou das plantas inseticidas (Bt) sobre a natureza, o ar ou os rios.
Pelo contrário, as plantas resistentes a herbicidas têm consumido maiores quantidades de herbicida do que as convencionais, contaminando mais os rios, o solo, os animais, os agricultores e os consumidores, enquanto nas plantas Bt a diminuição do uso de agrotóxicos se anula em poucos anos (Benbrook, 2003). Paralelamente, têm-se verificado que as plantas Bt podem prejudicar insetos benéficos, afetando o equilíbrio ambiental (Losey, 1999; Hansen e Obrycki, 1999).

2.) A propaganda segue insinuando que com os transgênicos se “possa produzir mais com menos agrotóxicos, sem desmatar as florestas”.
Pesquisas realizadas nos Estados Unidos vêm demonstrando que a soja transgênica resistente a herbicida tem produtividade entre 5 e 10% menor do que a soja convencional (Elmore et al., 2001 e Benbrook, 2001a). Nas outras culturas transgênicas, o saldo de produtividade tem sido menor ou igual ao das plantas convencionais (Fulton e Keyowski, 1999; Benbrook, 2002, www.iatp.org; Shoemaker, 2001).
E conforme acabamos de citar, não se nota diminuição no uso de agrotóxicos nestas lavouras. Também é relevante observar que nos últimos anos o consumo de glifosato (princípio ativo do herbicida Roundup) no Rio Grande do Sul quase triplicou - justamente no período em que se alastrou o cultivo ilegal da soja transgênica naquele estado (1998 a 2001, dados do IBAMA).
É igualmente inaceitável a afirmação de que os alimentos transgênicos contribuem para a diminuição do desmatamento. As culturas transgênicas existentes no mercado (soja, milho, algodão e canola somam mais de 99% destas culturas) são todas commodities de exportação, cuja produção se dá em vastas extensões de monocultura. No Brasil os grandes fazendeiros têm comprado terras no Cerrado e na Amazônia, ampliando a fronteira agrícola para o plantio de soja.

3.) A propaganda da Monsanto insinua ainda que os transgênicos proporcionariam “alimentos mais nutritivos e as pessoas com mais saúde”.
Sobre isso é fundamental ter claro que os alimentos transgênicos ainda não foram devidamente avaliados quanto à sua segurança para a saúde dos consumidores em nenhum país do mundo (Roig e Arnáiz, 2000).
Como se não bastasse, a Monsanto está solicitando à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária / Ministério da Saúde) o aumento em 50 vezes do Limite Máximo de Resíduo (LMR) de glifosato nos grãos de soja transgênica, o que poderá prejudicar os consumidores, uma vez que existem diversos estudos demonstrando efeitos nocivos do glifosato à saúde (Walsh et al, 2000; Hardell e Eriksson, 1999; Oliva et al, 2001).
A Monsanto vem se recusando a realizar o Estudo de Impacto Ambiental da soja transgênica no Brasil desde 1998, quando a Justiça brasileira condicionou a lib eração deste produto à realização do Estudo.
No mesmo sentido, a Monsanto vem lutando contra a implementação de regras de rotulagem plena dos alimentos transgênicos, o que permitiria aos consumidores exercer o direito à informação e o direito à escolha.

Se a Monsanto tem tanta certeza da segurança de seus produtos transgênicos para a saúde e o meio ambiente, por que se recusa a realizar os estudos de impacto e as avaliações de risco? Por que vem tentando burlar - e mudar - as leis brasileiras para liberar seus produtos sem qualquer avaliação?
Se o interesse da Monsanto é “demonstrar” ao grande público a segurança de seus produtos, a realização dos estudos exigidos pela legislação brasileira seria bem mais eficiente do que a veiculação da campanha publicitária produzida. Não seria mais responsável investir na realização das avaliações de riscos os R$ 6 milhões gastos em propaganda?

4.) Por último, mas não menos importante, apresentamos nosso repúdio e espanto pelas imagens apresentadas na publicidade com mães grávidas e crianças, sob música de fundo dizendo “que mundo maravilhoso” (What a wonderful world), induzindo a idéia de que os transgênicos são seguros e mais nutritivos, enquanto Estudos da Royal Society do Reino Unido em 2002 recomendaram ao governo inglês especial atenção aos alimentos transgênicos destinados à alimentação infantil ou de nutrizes, pelos riscos que podem representar. Seus autores chegaram a declarar que “bebês amamentados por mamadeira podem ficar subnutridos se alimentados com fórmulas infantis geneticamente modificadas em função da inadequação de regulamentação e regime de testes para alimentos transgênicos” (Daily Telegraph, 05/02/02 e The Independent, 04/02/02).

5.) Além de enganosa, a publicidade da Monsanto faz propaganda de produtos proibidos no País. Apesar de as medidas provisórias 113 (convertida na Lei 10.688) e 131 terem autorizado, respectivamente, a comercialização e plantio de soja transgênica obtida e cultivada ilegalmente no País, a venda de sementes transgênicas continua proibida pela Justiça.

A Lei nº 8.078/90 - Código de Defesa do Consumidor (CDC) - assegura como direitos básicos do consumidor a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, bem como a efetiva prevenção de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos (art. 6º, III e IV).
Além disso, o Código de Defesa do Consumidor considera enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, propriedades, origem e quaisquer outros dados sobre produtos ou quando deixa de informar dado essencial do produto (art. 37 §§ 1º e 3º).
Assim sendo, espera-se que o Ministério Público, o Ministério da Justiça e o Poder Judiciário brasileiro tomem as providências cabíveis para suspender imediatamente a veiculação da campanha publicitária da Monsanto e para garantir que a empresa se obrigue a financiar a veiculação de contrapropaganda em igual duração, número de exibições e horários, visando a esclarecer a população brasileira quanto à veracidade dos fatos acerca dos produtos transgênicos.

Referências:

BENBROOK, C.M. Impacts of Genetically Engineered Crops on Pesticide Use in the United States: The First Eight Years. BioTech InfoNet Technical Paper Number 6. November 2003.
____________. Troubled times amid commercial succes for Roundup Ready soybeans  Glyphosate efficacy is slipping and unstable transgene expression erodes plant defenses and yields. AgBioTech InfoNet technical paper no. 4, 3 May, 2001a.
____________. When does it pay to plant Bt corn: farm level economic impacts of Bt corn 1996-2001. www.iatp.org
ELMORE, R.W. et al. Glyphosate-resistant soybean cultivar yields c ompared with sister lines. Agronomy Journal, 93: 408-412, 2001.
FULTON, M.; KEYOWSKI, L. The producer benefits of herbicide-resistant canola. AgBioForum, vol. 2, no.2, 1999. (www.agbioforum.missouri.edu).
HANSEN, L. e OBRYCKI, J., Non-target effects of Bt corn pollen on the Monarch butterfly (Lepidoptera: Danaidae), abstract of a poster presented at the North Central Branch meeting of the Entomological Society of America, March 29, 1999 (www.ent.iastate.edu/entsoc/ncb99/prog/abs/d81.html).
HARDELL, L. & ERIKSSON, M. A Case-Control Study of Non-Hodgkin Lymphoma and Exposure to Pesticides. Cancer, v. 85, n.6, 1999.
LOSEY, J. et al. Transgenic pollen harms monarch larvae. Nature 399: 214, May 20, 1999.
OLIVA, A.; SPIR A, A.; MULTIGNER, L. Contribution of environmental factors to the risk of male infertility. Human Reproduction, v.16, n.8, p.1768-1776, 2001.
IBAMA: Relatórios de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil  anos 1998 a 2001/DF. Março de 2003.
ROIG, J. L. D. & ARNÁIZ, M. G. Riesgos sobre la salud de los alimentos modificados genéticamente: una revisión bibliográfica. Revista Española de Salud Pública, vol.74 n.3 Madrid May/June 2000.
SHOEMAKER, R. (Ed.) Economic issues in agricultural biotechnology. Agricultural Information Bulletin, no. 762, Economic Research Service of the USDA, 2001.
WALSH, L.O., MCCORMICK, C., MARTIN, C., STOCCO, D.M. “Roundup Inhibits Steroidogenesis by Disrupting Steroidogenic Acute Regulatory (StAR) Protein Expression”. Environ Health Perspectives, v.108, p.769-776, 2000.

LauraBM às 22:07
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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

meias_Natal5.JPG

LauraBM às 23:34
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Terça-feira, 06 de Novembro de 2007

O Protocolo de Kyoto, um tratado internacional sobre mudança climática que tomou força em 2005, domina o mercado obrigatório de carbono. Serve como modelo e aviso para cada programa de carbono emergente.
KoffiAnnan.jpgFoto
O Secretário Geral da ONU, Kofi Annan, marcando a entrada em vigor do Protocolo de Quioto, em fevereiro de 2005.

No início dos anos 90, quase todos os estados-membros das Nações Unidas resolveram enfrentar o aquecimento global e suas conseqüências. Embora o tratado internacional resultante da Convenção - Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) reconhecesse uma solução unificada para desacelerar o aquecimento global, parecia configurar apenas objectivos perdidos para diminuir as emissões. Em 1997, a emenda de Quioto reforçou a convenção.
Sob o Protocolo, membros da convenção com economias industrializadas ou de transicção (membros do Anexo I) receberam metas específicas de redução. Já os estados-membros com economias em desenvolvimento ou em transição econômica não receberam determinações obrigatórias que fossem ao encontro destas metas de emissões - uma exceção que tem causado controvérsia, porque alguns destes países como a China e a Índia produzem elevados níveis de GEE. O Protocolo compromete os países desenvolvidos a cortarem suas emissões em 5% abaixo dos níveis de 1990, entre 2008 e 2012. Mas como o Protocolo não administra o modo como os membros devem reduzir estas emissões, vários mecanismos surgiram. O maior e mais famoso é o Esquema de Comércio Europeu (European Trading Scheme - ETS), ainda em fase de teste.
O ETS é obrigatório na União Européia. O esquema multisetorial de "limitar e negociar" inclui aproximadamente 12 mil indústrias e empresas de serviços públicos em 25 países [fonte: Europa - em inglês]. Cada estado-membro fixa seu próprio limite de emissões, ou o plano nacional de alocação, com base em Quioto e em metas nacionais. Os países então distribuem licenças que totalizam o limite para as empresas individuais. Mesmo que os países distribuam suas próprias licenças, estas podem ser negociadas por toda a União Européia, independente de terceiros verificarem todas as emissões e reduções.
Há, entretanto, questionamentos sobre se o ETS tem realmente ajudado a reduzir as emissões. Algumas pessoas estão até chamando isso de "permissão para poluir", porque o ETS permite aos estados-membros distribuírem licenças livres de encargos [fonte: BBC News - em inglês]. O ETS também exclui da regulamentação as emissões provenientes do transporte, residências e setores públicos. E como com todos os esquemas de "limitar e negociar", governos podem isentar indústrias influentes, liberando-as com licenças livres.
O ETS permite aos membros ganharem créditos pelo financiamento de projetos por meio de dois mecanismos de Quioto: o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e a Implementação Conjunta (Joint Implementation - JI). O MDL permite a países industrializados pagarem por projetos de redução de emissões em países pobres que não possuem metas de emissões. Financiando estes projectos, os países do Anexo I ganham créditos de Reduções Certificadas de Emissões (RCE) para adicionar as suas próprias licenças. A JI permite que países industrializados financiem projetos em outros países do industrializados.
O Protocolo de Quioto expira em 2012. Legisladores de todo o mundo estão se apressando para analisar as realizações e as deficiências, para negociarem um sucessor. As Nações Unidas, mais famoso baluarte de Quioto, são desprovidas de qualquer legislação nacional obrigatória de carbono, mas, ironicamente, possuem um próspero mercado voluntário de carbono.

­No Brasil

O comércio de créditos de carbono tem movimentado os departamentos financeiros e ambientais de várias empresas brasileiras. Em setembro de 2007, o Brasil já possuía 61 empresas com créditos emitidos pela ONU. São 11,3 milhões de toneladas de CO 2 que deixam de ir para a atmosfera. Não há um número fechado para o volume já negociado, mas as estimativas giram em torno de 90,4 milhões de euros ou R$ 240 milhões.
No portifólio de projetos brasileiros, há os mais diferentes tipos de empresa. São grandes empresas de papel e celulose, usinas de açúcar, madeireiras ou fábricas em geral. A Prefeitura de São Paulo também entrou no mercado. A administração paulistana vai leiloar créditos oriundos do projeto de manejo do aterro Bandeirantes.
Os mais otimistas sugerem que o País possa chegar a movimentar cerca de R$500 milhões ao ano neste mercado. A estimativa é feita em cima dos projetos em andamento, que, em setembro de 2007, eram 230.

Leilão histórico
Aconteceu em São Paulo, o primeiro de créditos de carbono do mundo realizado no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) instituído pelo Protocolo de Kyoto. O banco holandês Fortis Bank NV/SA desembolsou R$ 34 milhões pelo lote de 808.450 créditos de carbono colocados em negociação pela Prefeitura de São Paulo na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) em 26 de setembro de 2007. O banco pagou 26,50 euros por tonelada de carbono, valor 27,5% maior que o lance mínimo. No total, 14 empresas internacionais participaram do evento.

Os créditos  leiloados são do Aterro Sanitário Bandeirantes, em Perus, na Zona Norte de São Paulo, e equivalem à quantidade de despoluição que o aterro conseguiu ao canalizar gases tóxicos antes de serem jogados na atmosfera.
A Prefeitura de São Paulo prometeu aplicar o valor arrecadado será integralmente aplicado na melhoria sócio-ambiental na região de Perus e Pirituba, na Zona Norte, vizinhas do aterro.
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October 09, 2007
http://ciencia.hsw.uol.com.br/comercio-de-carbono.htm

LauraBM às 00:09
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

pvmundo.gifCaminhemos para um futuro melhor!
Quando lá chegar quero
Encontrar e abraçar as pessoas que amei,
Beber da água fresca da mina que conservei,
Comer do fruto das sementes que semeei,
Sentir o perfume das flores que plantei
Ouvir o canto dos pássaros que não matei
Descansar à sombra da árvore que não derrubei,
Desfrutar da saúde pela qual lutei...
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www.marciamontez.com.br
Partido Verde

LauraBM às 00:59
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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

simbpv.gifO Sistema Ponto Verde é um Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens, dinamizado pela Sociedade Ponto Verde, e assenta numa articulação de responsabilidades e processos entre um conjunto de parceiros. Visa valorizar e reciclar resíduos de embalagens, contribuindo para a diminuição do volume de resíduos depositados em aterro.

Os Embaladores/Importadores que colocam as embalagens no mercado asseguram a gestão e destino final dos resíduos em que aquelas se transformam após consumo, através da transferência dessa responsabilidade para a Sociedade Ponto Verde. Deste modo, são também financiadores do Sistema.

No circuito de Distribuição, as embalagens não-reutilizáveis apenas podem ser comercializadas se abrangidas pelo sistema.

Em casa, o consumidor final separa as embalagens usadas por tipo de material, colocando-as em recipientes próprios (ecopontos, ecocentros e/ou sacos e cestos), disponibilizados pelas Autarquias para o efeito.

As Autarquias e outros Operadores de Recolha efectuam a recolha selectiva e a triagem das embalagens usadas por tipo de material, disponibilizando estes resíduos à Sociedade Ponto Verde, que os encaminha para valorização e reciclagem. Quando integrados no Sistema, os Operadores de Recolha beneficiam de apoio técnico e financeiro da Sociedade Ponto Verde.

Fabricantes de Embalagens e Materiais de Embalagem asseguram a retoma dos resíduos triados, garantindo a sua valorização ou reciclagem.

NOTA:
Pelo que me foi dado ler, as empresas que usam embalagens não recicláveis, embora colaborem financeiramente com o Sistema Ponto Verde não beneficiam o Ambiente, já que essas embalagens terão como destino o aterro ou a queima enquanto não se descobrir uma forma de as reutilizar.
Seria preferível usarem um tipo de embalagens que pudesse ser totalmente reciclável.
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Laura B. Martins

LauraBM às 21:51
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Domingo, 12 de Agosto de 2007

(O 2º compostor no meu quintal)

compostor_preto.jpg(A última aquisição, foi um outro 'compostor'.
Ao meu lixo dão vazão, (este preto e o verde irmão),
ganho em estrume de valor.

Ganha a geração vindoura, a Câmara e o país.
E os vizinhos na lavoura cortam casaca, à tesoura,
pois lixo eu nunca mais fiz.

Se fosse publicitada esta minha economia...
Na TV bem demonstrada, na rádio sintonizada,
em cartaz, fotografia...

Os vizinhos faladores, já ficavam a saber
que num país de doutores há, sobre o lixo, senhores
a precisar de aprender.

Mas como ninguém me liga, e não há quem endireite
este povo de uma figa... É preciso que se diga:
- Quem julga serem enfeite

os compostores coloridos, eu acho bom que respeite
os 20 quilos perdidos de lixo, agora medidos
só num pacote de leite.
----------------------

20/03/2002
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

LauraBM às 18:28
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Terça-feira, 07 de Agosto de 2007

amaryllis-encarn.gif(Assim é Suzette Rizzo (durante crise de depressão)

No canto da vida,
no meio do entulho a alma sucata,
a cabeça enferrujada,
eu, agora nada.

Assim é quando o mundo estraçalha...
quando a água engasga
quando a porta esmaga a alma
quando tudo vira lata.

Assim é o desânimo desgovernado,
o destino freado...
histórias todas mal resolvidas.

Estou lá no ferro velho
da avenida poluída.
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28/06/2007
Suzette Rizzo

LauraBM às 18:11
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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

pedra_previsaotempo.jpg

LauraBM às 14:15
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Domingo, 10 de Junho de 2007

lixos_plasticos.jpgA separação das embalagens usadas é apenas o início do processo de reciclagem. Aos cidadãos é ainda pedido que as coloquem nos ecopontos. Mas, e depois? O que será que acontece aos materiais? Como será que se processa a reciclagem?
A recolha dos ecopontos é efectuada pelas autarquias, ou pelos chamados Sistemas Municipais. São utilizados camiões apropriados, diferentes daqueles que recolhem o lixo indiferenciado. Os circuitos de recolha são também diferentes. Estes camiões são geralmente bi-compartimentados, ou seja, são divididos em dois compartimentos diferentes. Por esta razão é normal ver-se dois contentores do ecoponto serem despejados para o mesmo camião, podendo dar a ilusão de que está a ser tudo misturado. Na verdade trata-se de uma forma de rentabilizar as recolhas, tornando-as mais rápidas e menos numerosas. 

Depois do ecoponto

Depois de recolhidos, os resíduos são transportados para Centrais de Triagem. As Centrais de Triagem são instalações especializadas onde será feita uma selecção mais rigorosa das embalagens usadas, de forma a permitir o encaminhamento para as empresas recicladoras.
O metal, por exemplo, é separado em duas categorias: alumínio e aço. O plástico subdivide-se em cinco categorias principais que não podem ser recicladas em conjunto: PET, PEAD, Filme, PVC e EPS. As embalagens de vidro que são recolhidas no contentor verde do ecoponto são armazenadas até ao envio para as unidades de reciclagem, local onde será feito o seu tratamento. O papel/cartão proveniente do contentor azul é também enviado para as indústrias papeleiras onde será subdividido em várias dezenas de categorias e depois reciclado.
Após a triagem, as embalagens usadas são compactadas e enfardadas por tipo de material, para mais facilmente serem transportadas para as Unidades de Reciclagem.

Como se recicla

Uma vez na unidade recicladora, os resíduos de embalagens são sujeitos a processos de preparação, tais como lavagem e remoção de impurezas: rótulos, etiquetas, tampas, etc.
De seguida, e consoante os materiais, passam por outros procedimentos intermédios - como trituração e fundição - sendo depois integrados no fabrico de novos produtos.
Sem darmos conta, chegam diariamente às nossas mãos objectos produzidos com materiais reciclados, obtidos a partir dos resíduos que separamos e depositamos nos ecopontos. O "velho" transforma-se em novo, poupando matérias-primas e energia, preservando o ambiente, gerando postos de trabalho e melhorando a qualidade de vida das populações.
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7/07/2007
recebido via Internet, s/autoria

LauraBM às 02:14
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

Atencao_amarelo.gifNOTA: Já existem locais para recebimento de garrafões com óleos usados.
Informe-se na sua Junta de Freguesia, pois são recicláveis. Há entidades que os recebem.

Mesmo que não façamos muitos fritos, quando fazemos, deitamos o óleo na pia ou noutro ralo, certo?
ERRADO!
Este é um dos maiores erros que podemos cometer!
Porque fazemos isto?
Porque, infelizmente, ninguém nos diz como actuar, ou não nos informamos.

Então, o melhor é despejar, depois de utilizados, numa garrafa ou garrafão de plástico e, se não houver quem o receba, colocá-lo fechado no contentor do lixo orgânico; evitando assim que vá parar nos cursos de água ou numa ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais, e que seja necessário despender milhares de Euros para o seu tratamento.
UM LITRO DE ÓLEO CONTAMINA CERCA DE 1 MILHÃO DE LITROS DE AGUA
(o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos)!

Pessoalmente, uso um garrafão de plástico e quando está cheio, entrego na Entidade mais próxima da minha casa.
Se não houver quem a receba, pelo menos coloque o garrafão fechado no lixo orgânico. Esperemos que haja quem lhe dê um destino apropriado nas recolhas do lixo, se Deus quiser! Mas tente achar um local, por amor de Deus e do planeta onde todos habitamos!

Para quem vive na província e tem os seus terrenos em volta da casa, quantos ainda usam deitar as gorduras na terra, num buraco?
Saibam que a contaminação dos terrenos atinge os lençóis de água potável, ao infiltrarem-se no solo.

POR FAVOR: usem o método acima.

Obs. Passem para mais gente, afinal é para o bem de todos.
Vamos cuidar melhor do nosso planeta!
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1/03/2005
Laura B. Martins

LauraBM às 01:54
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Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Seca emparelha com desperdício

torneira_pingo.gifEnfrentamos a pior seca dos últimos (muitos) anos. Não chove há meses e meses. O Inverno está quase no fim e a chuva não vem.
Essa chuva que deveria ser aproveitada quando cai, continua a desperdiçar-se por esse Portugal fora.
As barragens e albufeiras ficam no papel. Servem para alardear mas depressa se metem nas gavetas, silenciadas!

1
- O plantio de eucaliptos em larga escala, que serviu a Comunidade e Portugal aceitou, fez do nosso país um enorme bebedouro dessas árvores. Todos sabem que elas consomem água em quantidade.

2
- Os campos de golfe que continuam a proliferar no país, embora se alardeie que trazem trabalho para uns quantos, poucos, não serve o desemprego; mas, enche os bolsos de outros tantos que já os têm cheios e, entretanto... lá vai mais água! Muitíssima água!
Depois vêm para a televisão dizer que essa água não sai da rede pública, mas sim de furos que serão utilizados para esse efeito.
E essa água não vem dos furos do mesmo solo português onde se vai buscar a agua da rede pública?
Haja vendas para pôr nos olhos de tantos!

3
- As avarias são constantes e as Câmaras, apesar de alertados os seus respectivos serviços, não se apressam a pôr fim a tanto desperdício.

Pena que eu não tenha ouvido a notícia toda nem o local, mas a TV informava que em determinado sítio existe uma avaria enorme, há meses. A água corre, ininterruptamente, e a resposta dos respectivos serviços é que as canalizações estão envelhecidas. É necessário um investimento de certo vulto para essa obra.
Entretanto, a água esvai-se, perde-se. Como é que é?
Coitadinha da Compª das Águas que não tem lucros nenhuns para fazer face a estes investimentos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Há uns anos atrás, esteve em Portugal um técnico estrangeiro, creio que de um país do Norte da Europa.
Fez um estudo sobre o aproveitamento da água em Portugal e o resultado foi esclarecedor:

Portugal não tem falta de água; nem pensar.
Portugal desperdiça-a de um modo acintoso para os países que dela têm, realmente, falta!
Portugal não tem tido governos capazes de levarem a cabo um melhor aproveitamento dela!!!!!


A envergadura de tal obra não é coisa para os politicozitos da corda que nós temos tido.
Em Portugal são governos sucessivos de políticos que só querem obras curtas para que delas possam usufruir; que lhes dêem nome, e sejam nomeadas na campanha seguinte.
Assim, a hipótese de serem reeleitos é maior. Deu para entender?

Obras de vulto como essas, não lhes interessam... são demoradas, custam muito dinheiro!... E muitas vezes são terminadas pelos governos que hão-de vir.
Ora! Pra quê preocuparem-se com o bem estar do país se o nome da obra vai para o sucessor?

Interessa-lhes muito mais, no dia a dia, mudar as cadeiras dos escritórios e os assentos dos carros onde estiveram os anteriores!...
O passatempo governamental é a preocupação com o «cu das calças» e a "feira das vaidades" diária!


O tempo de HOMENS como o D. Afonso Henriques já era!!!!!!!! A palavra d'honra já era!
Venham $$$$$, €€€€€€ (cifrões, Euros) e fardamentos novos!!!!!!!!!!!!!!
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Crónica s/data (data para quê se, infelizmente, é sempre actual?)
Laura B. Martins

LauraBM às 01:27
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Sábado, 10 de Março de 2007

Cada um dos países Europeus, de acordo com as suas condições, desenvolveu o seu próprio sistema e forma de recolha das embalagens. Existem países onde as ECAL são recolhidas conjuntamente com o papel e cartão, outros que estas são recolhidas com o plástico e metal e, ainda, outros que se verifica os dois tipos de recolha em simultâneo.

Recolha_PapelCartao1.jpgECAL recolhidas conjuntamente com a fracção papel e cartão:
Republica Checa, Estónia, Finlândia, França, Hungria, Itália, Latvia, Lituânia, Holanda, Polónia, Eslováquia e Suécia

Recolha_PlasticoMetal2.jpgECAL recolhidas conjuntamente com a fracção plástico e metal:
Portugal, Bélgica, Republica Checa, França, Alemanha, Hungria, Irlanda, Luxemburgo, Eslováquia e Espanha
Recolha_Okobox3.jpgECAL recolhidas separadamente, através do Sistema okobox:
Áustria, envio dos resíduos de embalagens por correio para o reciclador

http://www.afcal.pt

LauraBM às 00:58
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2007

pecos_atencao.gifHá muito que não leio uma notícia tão boa. Espero que este fato se repita e se espalhe.
Acredito totalmente e, se não temos competência ou condições de mudar a situação da Amazónia, a Providência Divina tem. Acção e Reacção.
------------------
Estela Bravo

Repasso...

A história que eu vou contar pra vocês poderia muito bem servir de roteiro para filme de terror, daquele bem hollywoodiano com seres invisíveis - malignos. Mas, não é. O fato, segundo as testemunhas e vítimas, é real. Aconteceu mesmo. Prestem atenção.

Itacoatiara é uma cidade localizada a 270 quilómetros de Manaus (Am). Fica no coração da floresta amazónica. A actividade económica que mais movimenta o Município é o extrativismo vegetal. Não é à toa que empresas europeias e americanas investem em madeireiras naquela região, isso para retirada de madeiras com total apoio do Governo - Ibama e ainda, estas empresas, recebem o certificado de preservação ambiental e possuem o direito de exploração.
Para extrair as melhores árvores da floresta, elas contratam a mão de obra cabocla que conhece na palma da mão os caminhos da floresta e a localização da matéria prima básica para estas madeireiras, ou seja, as melhores árvores.

No mês passado, um grupo de 20 homens saiu para extrair madeira no meio da floresta. Eles levavam mantimentos para 30 dias, moto-serra, terçado, equipamentos de sobrevivência e redes. Geralmente um grupo deste chega a ficar 20 ou 30 dias dentro da mata.

O último grupo que foi a serviço das madeireiras, em torno de 20 homens, ficaram apenas uma semana. Conta a história que estes homens estavam no terceiro dia de trabalho, quando numa das noites, eles ataram as suas redes, fizeram um fogo, comeram um animal de caça e foram deitar.
Por volta das 3 horas da manhã, os 20 homens foram surpreendidos, segundo eles, com uma força superior - invisível - sacudindo as suas redes.
Eles disseram que foram diversas vezes jogados contra as árvores e uns contra os outros, dum lado para o outro. Os homens afirmaram que eram agredidos, receberam várias pauladas na cabeça e que não viam os seus agressores. Eles disseram também que foram mordidos, arranhados e não viam nada. Nem passos, nem qualquer barulho dentro da mata. Eles contaram que a única coisa que ouviam era os próprios gritos de dor e pedidos de socorro. Um deles chegou a dizer que tentava lutar contra a força invisível, mas não conseguia, era maior que ele e ele não via nada - só sentia a força.

Segundo eles, foram quase quatro horas de terror no meio da mata, tanto que desmaiaram de tanta dor. Ninguém morreu. Eles acordaram às 13 horas da manhã do outro dia. Nenhum deles, conseguia acreditar no que tinha vivido. Nada deles foi roubado, nem a moto-serra usada para retirar a madeira. Eles disseram também que onde estavam acampados era de difícil acesso e só eles tinham conhecimento. De acordo com eles, não existia no local qualquer tipo de pegada de ser humano ou animal. Mesmo em dificuldades e se arrastando, eles conseguiram sair da floresta e pedir socorro na primeira comunidade rural que encontraram. Lá eles foram socorridos e conduzidos para o hospital da cidade.

Esta história circulou por toda Itacoatiara. Foi notícia em rádios e jornais locais. Depois de recuperados, eles foram entrevistados e disseram a mesma coisa. Não viram ninguém e nem foram roubados.
Muitas pessoas foram chamadas para opinar sobre o caso e ninguém sabia explicar o misterioso ataque.
Os mais velhos afirmaram que os homens teriam sido atacados pelos espíritos da floresta amazónica. Segundo eles, a própria natureza está reagindo e se manifestando contra a devastação florestal que ocorre no centro da floresta. Desde então, as empresas madeireiras estão tendo dificuldades de enviar homens para aquela área florestal para retirada de madeira.

Mentira, verdade ou simplesmente conto indígena Disso, eu não sei, eu quis compartilhar com vocês porque um amigo de meu pai fazia parte deste grupo e contou esta mesma história.

Amigos, a cada dia a Amazónia está sendo devastada silenciosamente. O número real de devastação florestal, não é o que se divulga. O Governo diz que tem o controle, o Ibama idem, mas infelizmente a realidade é outra. Nós, que vivemos aqui sabemos e sentimos isso. O ar puro da floresta não está mais tão puro assim, não é mais o mesmo. Só para reflectir.
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21/07/2006
Maria Rita
Fonte: http://groups.google.fi/group/TudoSobrePlantas/

LauraBM às 23:22
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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

cascata_gente.jpgA Ecologia, na sua definição mais simples, é a ciência que estuda o relacionamento dos seres vivos num determinado ambiente ou espaço.
É a interdependência dos seres vivos na cadeia da vida. É, então, o equilíbrio da vida.
A pergunta que devemos nos fazer hoje é:
- Que tempos são estes, quando é preciso questionarmo-nos sobre as árvores, o ar, as matas, as águas, o ser humano?
O tema da Ecologia não é apenas um tema entre tantos outros, mas é hoje o problema por excelência da humanidade.
Se não o enfrentarmos, estaremos preparando o apocalipse e elaborando manuais da sua chegada prematura.
-----------------------------
Frei Marcos Antônio de Andrade


COMENTÁRIO:
E no entanto... quão pouco se fala sobre este tema... quão pouco se faz para ajudar a preservar a natureza!
Como somos descuidados na menor das situações em que nos pedem colaboração:  RECICLAGEM!!!!!!
A nossa contribuição é preciosa e o exemplo para os mais novos: URGENTE! Pensem nisso!!!!!
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Laura B. Martins

LauraBM às 22:52
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006

Jesus_manjedoura.gifSe uma manjedoura pode servir de berço ao Menino Jesus, então qualquer material pode ser reutilizado ou devidamente transformado.

Ajude o planeta a viver saudável muitos anos mais.

Recicle, para bem de todos nós, e tenha um Feliz Natal!
------------------

Natal de 2006

Laura B. Martins

LauraBM às 23:55
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2006

( The Giving Tree )

arvore_menino.gifEra uma vez uma Árvore que amava um menino.
E todos os dias, o menino vinha e juntava as suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia no seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos.
e quando ficava cansado, o menino repousava à sua sombra fresquinha.
O menino amava a Árvore profundamente.
E a Árvore era feliz!

Mas o tempo passou e o menino cresceu!
Um dia, o menino veio e a Árvore disse:
"Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!"
"Estou grande demais para  brincar", respondeu o menino. "Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?"
"Sinto muito", disse a Árvore, "eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!"
E assim o menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora.
E a Árvore ficou feliz!

Mas o menino sumiu por muito tempo... E a Árvore ficou tristonha outra vez.
Um dia, o menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a sua alegria, e disse: "Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz."
"Estou muito ocupado pra subir em Árvores", disse o menino. "Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos e para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa pra me oferecer?"
"Eu não tenho casa", disse a Árvore. "Mas corte os meus galhos, faça a sua casa e seja feliz."
O menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa.
E a Árvore ficou feliz!

O menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.
"Venha, venha, meu Menino", sussurrou, "venha brincar!"
"Estou velho para brincar", disse o menino, "e estou também muito triste." "Eu quero um barco ligeiro que me leve pra bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?"
"Corte meu tronco e faça seu barco", disse a Árvore. "Viaje pra longe e seja feliz!"
O menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.
E a Árvore ficou feliz, mas não muito!

Muito tempo depois, o menino voltou.
"Desculpe, Menino", disse a Árvore. "não tenho mais nada pra te oferecer. Os frutos já se foram."
"Meus dentes são fracos demais pra frutos", falou o menino.
"Já se foram os galhos para você balançar", disse a Árvore.
"Já não tenho idade pra me balançar", falou o menino.
"Não tenho mais tronco pra você subir", disse a a Árvore.
"Estou muito cansado e já não sei subir", falou o menino.
"Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa pra lhe oferecer", suspirou a Árvore. "Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe ... "
"Já não quero muita coisa", disse o menino, "só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado."
"Pois bem", respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria. "Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil pra sentar e descansar.
Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse."
Foi o que o menino fez.
E a Árvore ficou feliz...
A Generosidade faz bem a alma!
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Do original de Shel Silverstein.
Adaptado por Fernando Sabino.

LauraBM às 22:22
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Domingo, 08 de Outubro de 2006

“A semente deita ao solo num gemido de dor, fica a olhar o sol, a esperar a chuva e em meio à brisa suave da noite descansa naquele leito de morte.

As raízes aprofundam na terra podre esperando criar o caule, esperando despertar o botão, esperando abrir a flor e gerar os frutos, esperando criar semente, voltar à terra podre carregada nos braços do vento e, lá em meio ao desequilíbrio ambiental, apodrecer junto com todas as formas de vida daquele local.

Chora humano! Chora! Porque as lágrimas que vertem dos teus olhos serão num futuro próximo, a única água que te restou!!!
Autor: Aloizio Olaia, activista ambiental, escritor, filósofo.

Nota do autor:
Maio de 2004, doente, cansado, desanimado, então aparece no front do guerreiro ambiental um Amigo de infância para de carro (tenho dificuldade para caminhar), levar-me, ao tradicional bordejo pelo bairro que, (era um parque ecológico e, não é mais, graças ao decreto municipal assinado pelo agora, Ministro Palocci - PT).

Chegamos a área de recarga do Aqüífero Guarani e, com muita dificuldade, sentei-me debaixo de uma frondosa sangra-d´água que, plantei em 1998 e, logo fui rodeado pelos micos e beija flores e, o meu Amigo, foi caminhando pelo local e, com a ajuda de um rádio, transmitia a visão de morte e degradação da área que, com muita dificuldade, havíamos reurbanizado em 1998.

Então, chorei junto com os micos famintos e, em meio as lágrimas, escrevi este réquiem no meu caderno de notas.

Como um dos micos (meu velho Amigo Samuel que, é o alfa da micaiada), insistia em lamber minhas lágrimas, logo percebi que ele estava com sede, accionei o rádio e perguntei ao meu Amigo como estava a situação da água do riacho e, a resposta foi: "puro esgoto!".

Então, com a ajuda de moradores improvisamos um bebedouro com água limpa vinda através de mangueira de uma residência próxima do local e, quando a água verteu no interior de uma bacia, senti pela primeira vez que, a sede, é muito pior que a fome.

Tive que intervir várias vezes no meio da micaiada e outros animais, para não sair briga, por que a água era disputada no tapa, dentes e bicadas dos pássaros.

Já vi muita coisa triste, mas esta visão superou tudo.

Pelo rádio, solicitei ao meu Amigo, que telefonasse para o biólogo e solicitasse sua vinda com urgência no local.

Duas horas depois, chega o Doutor Paulo Melo (Eng. Florestal), Doutor Antonio (Eng. Agrônomo) e, Doutor Sérgio, biólogo que monitora a fauna do local.

Mais duas horas e, tenho o laudo nas minhas mãos, curto e grosso: "A floresta está morrendo e junto com ela a biodiversidade da área, existem animais mortos, a terra esta podre, a água poluída, a situação é pior que 1998 e, está accionado o alerta vermelho na área que, a partir de agora, está sob Júdice".

Chora humano! Chora!

Porque as lágrimas que vertem dos teus olhos serão num futuro próximo, a única água que te restou!!!•
- Meio Ambiente e Educação Ambiental, no Brasil é, uma mentira utilizada para autopromoção dos abutres palacianos.

Por favor, divulguem este réquiem para o planeta.                                                  
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19/04/2006
Aloizio Olaia, activista ambiental, escritor, filósofo.

LauraBM às 00:45
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Domingo, 10 de Setembro de 2006

(troca de correspondência com a Câmara de Palmela)

Exmª. Sr.ª Presidente da Câmara Munic. Palmela
D. Ana Teresa Vicente

Exmª Presidente,
Não é meu hábito incomodar quem tem muitos afazeres, mas desta vez não posso calar-me.
Queira ler a notícia inserta no jornal SEIXAL - Ambiente, do dia 18/07/2003, (recebido em casa), e que li com bastante desprazer:

entregadecompostores.jpgPois tenho a dizer que em 10/10/2000, enviei um e-mail para o então presidente da Câmara Municipal de  Palmela, ao cuidado da D. Maria Manuela Borrego, onde referenciava um compostor em uso no meu quintal, desde Junho do mesmo ano.
Indiquei as particularidades dele, o material de que era feito, o que deveria ser colocado dentro, exemplificando como e para que servia e, até, no caso de o pretenderem, propunha-me facultar o local da compra do dito compostor.

Obtive no dia 31/10/2000 uma simpática resposta do gabinete da presidência, assinado pela Dr.ª. Pilar Rodriguez  (Adjunta do Presidente) que passo a inserir (tenho comigo o original):
carta-respostacamara.jpgSatisfeita, acusei a recepção no dia 3/11/2000 pedindo apenas que fizessem a marcação para qualquer dia, mas da parte da tarde porque as manhãs eu reservo para escrever, como poetisa que sou.

Admirada com a ausência de contacto, em 7/2001, voltei a mandar um e-mail para a Câmara; mas, desta vez, alguém me aconselhou a escrever para a Dr.ª Teresa Machado, (dado que o assunto também dizia respeito à poesia).

Enviei também, no corpo do e-mail, um poema meu, ofertado à Câmara e que, eventualmente, se destinaria a publicitar junto da população os ditos compostores, havendo maior interesse por se saber estarem já em perfeito funcionamento.

COMPOSTOR - AMIGO DO AMBIENTE
(este poema poderá ler-se neste blog em 10/08/2006.

Nessa altura eu já tinha no quintal um 2º compostor e um poema escrito em sua homenagem

ECOLOGIA! (O 2º compostor no meu quintal)
e que poderá ser lido neste blog em 12/08/2007.

Até hoje, passados 3 anos, nunca mais fui contactada.

Creio que a nossa Câmara de Palmela não está particularmente virada aos poemas!!!!!!!!
 Penso que o destino das mensagens tenha sido algum Compostor. Paciência!

É pena, porque uma população educada é um bem para todos os países, e todos partilhamos este planeta único e maravilhoso.

Lamento profundamente estar agora a ler que, num Concelho tão próximo, se faz aquilo para que a Câmara de Palmela já foi alertada, faz 3 anos, e descurou.
Melhor ainda: No Município do Seixal eles oferecem os compostores, conscientes que daí lhes advirá uma enorme poupança e um inestimável benefício para o ambiente.


Realmente lamentável, senhora Presidente

Com os meus cumprimentos (???) para a Srª Presidente
----------------------
27/07/2003
Laura B. Martins

LauraBM às 21:30
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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2006

compostor_verde.jpgMorte das folhas da árvore, é o descanso;
que significa muitos dias sossegada.
São dois, três meses de interregno e cada folha,
no compostor, vai acabar aproveitada.

Sou poetisa mas gosto de agricultura.
No meu quintal é ponto assente a reciclagem.
Tudo que posso eu aproveito e, de repente,
vejo o que ganho co´a arte da compostagem.

Um recipiente plástico, todo verde,
que fica bem e não destoa no quintal;
três, quatro meses, para encher, ponho lá tudo;
sai 'estrume rico e sem cheiro', no final.

Esse composto dado à terra pra comer,
não me traz pragas, afinal nada custou.
De 5 em 1 quilogramas transformei
meus desperdícios; quase o meu lixo acabou.

Se toda a gente, fizesse como eu,
reduziria o problema da lixeira.
Preocupado com o destino do planeta?
Não custa nada, é só fazer desta maneira!
-------------------------
3/2001
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

LauraBM às 00:01
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Sábado, 05 de Agosto de 2006

arvorenaneve.jpgUma estátua viva,
não arreda o pé da estrada;
purifica o ar,
doando amor em sementes,
definindo a obra divina.
Forte, determinada,
balança ao vento,
perde folhas
e mantém seu objectivo.
Sem ferir, exemplifica a coragem
de viver zen, nas sombras do tempo,
em qualquer estação,
acompanhando, da margem,
a verdade da história,
usufruindo do chão,
vendo sonhos de amor
cantarem alto, nos galhos,
sem interferir na liberdade
dos que passam, com pressa,
sem entender 
que é possível crescer,
doando amor
-------------------
21/09/05
Schyrlei Pinheiro
Rio de Janeiro

http://geocities.yahoo.com.br/schyrleipinheiroamigos/index.htm

LauraBM às 16:37
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2006

secagem_automatica.jpg

Novas ideias para poupar papel. rssssss

LauraBM às 18:40
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Sábado, 10 de Junho de 2006

familia4sentados.jpgCada família sabe melhor do que ninguém como prefere orientar o espaço e a arrumação em sua casa. Mas não se pense que a única maneira de separar as embalagens usadas e de participar na reciclagem é ter três, ou mesmo quatro, caixotes do lixo.
Pode, por exemplo, utilizar um caixote para os resíduos orgânicos e outro para tudo o que é embalagem, separando os resíduos já à boca do ecoponto.
Outra alternativa será comprar um caixote com três divisórias, já disponível no mercado, e que torna a tarefa mais simples. Estes caixotes têm dimensões relativamente reduzidas e já se encontram a preços acessíveis.
Por último, ponha a sua imaginação a trabalhar, por exemplo, se tem filhos porque não pô-los a construir um ecoponto de caixas de cartão? Uma actividade lúdica e educativa que os pode divertir e ajudá-lo a si na tarefa de separar.

Existem apenas alguns passos básicos que deve seguir de forma a tornar o processo de reciclagem mais eficiente:
- Para evitar maus cheiros deve passar por água as embalagens;
- Escorra e despeje todo o conteúdo das embalagens;
- Quando possível, espalme-as para ocuparem menos espaço em casa, facilitar o seu transporte e diminuir o número de deslocações ao ecoponto.

«Deposite no ecoponto o saco que usou para transportar as embalagens usadas».
---------------
10/04/2007
Laura B. Martins

LauraBM às 18:17
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Quarta-feira, 10 de Maio de 2006

Estas mensagens circularam entre mim e as entidades abaixo.
Sem dúvida que me responderam. Mas as respostas são um tanto vagas.
Talvez estas recolhas ainda estejam a dar os primeiros passos, é certo, mas a verdade é que já pagamos para a maioria destas reciclagens e elas não satisfazem o público.
Não seria melhor começar a distribuir eco pontos onde se pudesse colocar este tipo de materiais informáticos e eléctricos em lugar de andarmos todos a pagar por um serviço deficiente que só serve as lojas?

Não seria melhor dar início a campanhas de esclarecimento público nos meios de comunicação?
Parece que primeiro pagamos, depois veremos se é reciclado e só no fim somos informados.
Estranho país este, não acham?
------------------
Laura B. Martins
http://laurabmartins16.blogs.sapo.pt- Blog Reciclagem/Ambiente
_________________________________________________________________
From: Laura B. Martins - To: "Gestor www.omeuecoponto.pt" <ome@geota.pt>
Sent: Sunday, January 21, 2007 9:46 PM - Subject: OMEUECOPONTO: Mensagem de Utilizador

Os materiais resultantes do uso informático, tais como: tinteiros vazios, peças internas do computador, microchips, telemóveis, etc. onde devemos colocá-los? Nos pilhões?
É bonito dizer-se que nas lojas de informática já pagamos para eles receberem as peças velhas, mas nem sempre a gente vai, em simultâneo entregar as velhas e trazer as novas. Muitas vezes ficamos com elas em casa até resolvermos onde depositá-las.

E as peças de telemóveis velhos? Onde depositá-las? O exterior é de plástico, mas o interior não. Por exemplo, os carregadores, vão para onde?
Grata
Laura B. Martins
====================================================
From: Ponto Verde info@pontoverde.pt - To: Laura B. Martins
CC: ome@geota.pt – Subject: Re: Dúvida na Separação - P48-22/01/07
Date: Tue, 06 Feb 2007 19:34:41 +0000

Exma. Sra. Laura Martins,
Em resposta ao solicitado informamos que a Sociedade Ponto Verde é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que tem por missão organizar e gerir a retoma e valorização de resíduos de embalagens, em parceria de Sistemas Municipais e Autarquias de todo o país. Existem duas entidades que gerem os resíduos eléctricos e electrónicos cujos contactos indicamos abaixo:
• AMB3E
Av. do Forte, 3 Edifício Suécia I, piso 3 - 2794-038 Carnaxide
Telefone: 21 416 90 20 - www.amb3e.pt
• ERP - Portugal
Beloura Office Park, Edifício 6, piso 1 Sala 6 - 2710-444 Sintra
Telefone:21 002 92 11/2 - www.erp-recycling.org
No entanto temos conhecimento da campanha desenvolvida pela a AMI, que consiste na reciclagem de tinteiros e toner's. A entrega pode ser feita através dos seguintes locais: lojas PT Comunicações e TV Cabo, nos cinemas Lusomundo, nas agências Fidelidade Mundial, ou nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia aderentes. Ou poderá contactar directamente a AMI através do número de telefone 218362100, para qualquer esclarecimento.
A Sociedade Ponto Verde está inteiramente ao seu dispor para esclarecer qualquer questão adicional, através desta via ou pela linha azul 808 500 045 (dias úteis, entre as 09 e as 22 horas).
P' Sociedade Ponto Verde, apresentamos os nossos melhores cumprimentos,
Paulo Franco

Ed. Infante D. Henrique - R. João Chagas, 53, 1º dto.
Cruz Quebrada - 1495-764 Dafundo
Linha Ponto Verde: 808 500 045 http://www.pontoverde.pt

P.S.
- Este email tem o nº de referência P48-22/01/07, pedimos que qualquer resposta a este assunto contenha o mesmo.
______________________________________________________________________
From: Laura B. Martins - Sent: quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007 16:22
To: questoes@anreee.pt; info@erp-portugal.pt - Subject: Reciclagem

Caros senhores,
Como particular, venho perguntar-lhes qual o destino a dar ao material informático avariado.
Já contactei http://www.pontoverde.pt e a resposta foi a que abaixo disponho mas não satisfaz.
Daí que, usando os contactos dados pelo Ponto Verde, estou a tentar saber onde colocar esses materiais já que nada vejo anunciado na rádio ou televisão. A muito custo já se vão encontrando anúncios sobre as pilhas e os pilhões; mas o resto... Nada!
É uma pena e UM DESASTRE ECOLÓGICO!!!!!!!
Como tenho um Blog da Reciclagem, gostaria de informar convenientemente quem o visita e, eu mesma aprender porque me interesso muito por este tipo de assuntos. Aliás, faz-me pena ver o estado de atraso de Portugal e a desinformação do povo.
Grata, desde já, pela v/informação
Laura B. Martins
http://laurabmartins16.blogs.sapo.pt- Blog Reciclagem/Ambiente
===============================================
From: Questões  To: 'Laura Martins 
Sent: Thursday, February 08, 2007 12:52 PM - Subject: RE: Reciclagem

Exma. Sra.,
Na qualidade de Entidade de Registo de Equipamento Eléctrico e Electrónicos – ANREEE – venho felicitá-la pelo empenho em dar um destino ambientalmente são aos seus resíduos de EEE.
Sendo um Fluxo cujas medidas de prevenção, reutilização, reciclagem e valorização ainda se encontram a dar os primeiros passos, é natural que ainda haja alguma carência de informação, sobretudo no destino a dar a estes resíduos específicos.

No entanto, estão a desenvolver-se esforços no sentido de promover a sensibilização pública, nomeadamente quanto ao ciclo de vida de um EEE e quando estes chegam ao seu fim útil.
Estas acções estão a ser tomadas não só pela ANREEE, através de sessões de esclarecimento, participação em seminários dedicados ao tema, exposição da nossa missão por intermédio das Associações do sector EE, mas também pelos organismos que trabalham sobre o mesmo móbil de acção - as Entidades Gestoras abaixo mencionadas, que detêm igualmente um papel activo na gestão dos REEE.

Embora não exista um local de depósito destes REEE, à semelhança dos Eco pontos, cuja distribuição física permite uma efectiva e diferenciada separação de resíduos, os consumidores finais podem:

• Fazer a entrega gratuita de REEE que tenham em casa, nos Eco centros da sua área residencial;
• Entregar, sem custos, o seu velho EEE nas superfícies comerciais, aquando da compra de um novo EEE equivalente;
• Contactar os serviços camarários da sua área residencial.

Na expectativa de ter respondido às dúvidas expostas, apresento os melhores cumprimentos,
Carla Castanheira

Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos
Rua do Conde Redondo nº 8 - 4º Esq - 1150 - 105 Lisboa - +351 21 315 53 01
___________________________________________________________________

Assim vamos neste país à beira mar plantado (mas não reciclado).
----------------------

Laura B. Martins

LauraBM às 17:57
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Segunda-feira, 10 de Abril de 2006

lixo_empacotado.jpgMais de metade do lixo que produzimos todos os dias pode ser reciclado. Veja o que pode separar em casa e onde depositar os resíduos proibidos no lixo indiferenciado.
A reciclagem permite diminuir a quantidade de resíduos que tem como destino final os aterros sanitários, prolongando a vida útil destes últimos e evitando a construção de novos.
Os cidadãos devem participar activamente na correcta separação dos resíduos para posterior reciclagem. Este procedimento não se deve limitar às embalagens, mas incluir todos os resíduos passíveis de ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas e automóveis.
Separar em casa as embalagens usadas (metal, plástico, papel, cartão e vidro) é o primeiro passo para a sua reciclagem. Deve ter em conta algumas regras básicas:

- se o seu município já faz a recolha selectiva dos resíduos orgânicos (restos de comida, por exemplo) com vista à compostagem, separe-os das restantes embalagens que ainda não podem ser recicladas
- retire tampas e rolhas. Na maioria dos casos, são feitas de materiais diferentes da embalagem que vedam;
- escorra o conteúdo das embalagens e, para evitar maus cheiros, passe-as por água (frascos ou garrafas de iogurte, por exemplo);
escorra o conteúdo das embalagens e, para evitar maus cheiros, passe-as por água (frascos ou garrafas de iogurte, por exemplo)
- para poupar espaço, em casa e mesmo no ecoponto, espalme as embalagens (caixas, embalagens de cartão para alimentos como o leite ou sumos, garrafas e garrafões de plástico) sempre que possível;
- embora práticos, os contentores para separar os resíduos em casa não são imprescindíveis. Os sacos de plástico usados servem perfeitamente.
- Depois de utilizá-los, deposite-os no contentor amarelo do ecoponto;
para colocar os resíduos domésticos no ecoponto, siga as indicações dadas pela autarquia.

Deposite no ecocentro embalagens usadas e outros resíduos, por exemplo, madeira, entulhos provenientes de construção e demolição, electrodomésticos, móveis, óleos minerais e vegetais, baterias de automóveis, etc. Como nem todos os ecocentros estão preparados para receber os mesmos resíduos, verifique o que pode entregar no do seu concelho.
-----------------
4/2007
DECO-Proteste

LauraBM às 14:07
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Sexta-feira, 10 de Março de 2006

ecopontos_castanhos.jpgEcoponto é um conjunto de contentores destinados à deposição de vários materiais, papel/cartão, vidro, plástico e metal.

A recolha por ecopontos era já utilizada para recolha de papeis, jornais e garrafas de vidro em Portugal.
Este sistema de recolha é utilizado em grande escala, não só em Portugal mas também no resto da Europa.
O consumidor armazena em casa separadamente os resíduos e, periodicamente, transporta-os até ao ecoponto mais próximo.

Em Portugal, segundo indicação e recomendação da entidade gestora dos resíduos de embalagens a Sociedade Ponto Verde, as embalagens de cartão para alimentos líquidos são recolhidas conjuntamente com as embalagens de plástico e metal no contentor amarelo, sendo posteriormente separadas.

Este Sistema de recolha adapta-se a diversos aglomerados populacionais; centros urbanos e zonas rurais.
------------------
http://www.afcal.pt

LauraBM às 20:40
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Domingo, 05 de Fevereiro de 2006

globoazul.gifPela escalada da ignorância humana eu me penitencio, Senhor!
Também terei o meu quinhão de culpas? Sim! 
Porque outrora fui inconsciente e hoje conivente; impassível perante os desmandos do meu semelhante não ajo.
Rebelo-me no silêncio dos que se julgam inocentes e, no conforto do seu lar, transmutam desgostos em símbolos - letras.
Não é suficiente!
---------------
Laura B. Martins

Jesus e eu - O silêncio é o grito mais alto

Palavras. Em excesso. Atitudes. Em falta. Atitude interior. Chamamento de si mesmo para a realidade que se desponta e que não haverá quem possa impedir. Convite a si mesmo para transformações em si próprio.

Momento de calar. E deixar que a Natureza fale. Ouvi-la. Ela não está implorando mais para ser ouvida. Já não importa. Quem quis ouvir, ouviu. Quem quis ver, viu. Agora ela fala como numa despedida a toda uma geração milenar que escarneceu de todas as vidas que ela sustentou até então.

As árvores. Silenciosas. Num clima de expectativa. De aguardo. De espera. Num momento de pausa, entre a inspiração e a expiração. Um recolhimento em si mesmo: raiz, tronco, galhos, folhas, flores e frutos recolhidos em si mesmos e observando o ser humano racional completamente irracional no caótico quotidiano no qual vive. Uma mensagem silenciosa para aqueles que não perdem tempo.

As águas. Embora revoltas em seus movimentos de idas e vindas até a areia, silenciosas, também, em stand by. Em espera. Não murmuram. Falam em silêncio dolorido. Um silêncio que anuncia para o Cosmos que o tempo sem tempo está próximo. E o Povo do Tempo vem chegando numa unicidade que nenhuma definição sequer se aproxima do que seja isso.

Pássaros. Animais de florestas ou domésticos. Recolhem-se também, e comunicam, numa voz entristecida e plena de compaixão, cada um na sua linguagem própria, o que sentem.

O pulsar do coração da Consciência do Planeta... agonizante. Mas ainda com ritmo... Cada batida, um convite à paz.

Mas quem o ouve? Todos muito ocupados para ouvir as mensagens mais importantes que esse mundo já recebeu. Todos muito entretidos com suas fábricas de problemas para ouvirem a Mãe chamar seus filhos à razão.

Nuvens diferentes são vistas mas não são percebidas pelos olhos que as vêem. Muitas preocupações com roupas, calçados, carros, mobílias, dívidas, intrigas, inveja, maldições, mentiras. Todos muito preocupados com o dia de amanhã no sentido de terem mais, enquanto no dia de hoje estão em todos os locais apregoando, de forma vazia, o que o Mestre da Galileia disse para que aquele que confia no Pai não ter preocupações exageradas quanto ao que vão comer e vestir no dia de amanhã.

O vento. Com seu silêncio vai de um ponto a outro do Planeta levando sua mensagem. Mas quem presta atenção ao que o vento fala? Ora, o barulho ensurdecedor das máquinas e músicas é bem mais atractivo do que o som silencioso do vento. A poluição mental não permite que se ouça o vento. Mas ele está levando sua mensagem a todos, sem excepção. Mas somente o ouve quem quer.

Caminho entre as árvores. Sinto a dor de cada uma diante da moto-serra que impiedosamente lhe tira a vida e a faz tombar sem vida, gemendo de dor, gritando silenciosamente pela crueldade humana.

Continuo caminhando, e vejo os pássaros me acompanharem contando suas histórias de vida, suas canções. Sinto a terra sob meus pés. Coloco meus pés sobre uma raiz, não para massacrá-la, como se faz entre os irmãos que vivem na selva de concreto, mas para tocá-la e sentir sua energia. Sinto a dor das que morrem sufocadas pela fumaça dos incêndios.

Sinto a dor das águas da cachoeira que não caem mais de forma alegre formando os lagos. Caem gritando o seu grito silencioso de contaminação e doenças colocadas nos rios adjacentes às moradias da selva de pedra, sem amor e sem respeito.

Sei que o amor se manifesta em cada animal, em cada flor, em cada folha, em cada grão de terra, em cada partícula do ar, em cada gota de água.

Sei que a Vida que sustenta as vidas no planeta sofre. E sei também que se recuperará por si só. Porque é assim, no tempo sem tempo, quando o Povo do Tempo chegar e estiver todo reunido, ela se reerguerá após três tempos de queda sem tempo contado.

Muitos ícones da humanidade deslizarão dos altos patamares onde se encontram.
Quem tem olhos que veja. Ouvidos, que ouça.
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31/10/2005 
Lehn

LauraBM às 01:11
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006

The MEATRIX® 1 - http://www.themeatrix.com/portuguese/

 

Não custa repassar nem ver muitas vezes.

Seria muito bom se os sistemas que pretendem implantar-se à força ou insidiosamente, nos países como Portugal, fossem do conhecimento público, mas interessa manter o povo na ignorância.
Dê-se-lhe telenovelas e futebol para que se distraia com as primeiras e extravase emoções e agressividade com o último.
Enquanto fala duns e grita por outros eles vêem chegando... com pezinhos de lã e vozes mansas. Nos grandes países como o Brasil, ainda para mais, ricos (falo da terra e não do povo), ainda é melhor se conseguirem implantar-se.
Lembrem-se daqueles que, há muitos anos, escreveram livros de ficção científica onde eram tratados estes mesmos assuntos.
A gente achava impossível mas, devagarinho, tudo se encaminha para tal.

Creio que o fim do mundo não chegará sem que passemos por terríveis provações. Enclausurado ou semi-preso, completamente privado da liberdade, privacidade e individualidade, o homem passará a funcionar como máquina ao serviço duns poucos e grandes senhores, donos de fortunas incomensuráveis. Eles dividirão o planeta em fatias e chamar-lhes-ão suas; mandões de quanto se encontre lá dentro, rodeados por guarda-costas implacáveis.
Talvez o início seja, exactamente, a privacidade da água, já em surda luta.

Não será no meu tempo, se Deus quiser; mas... que será dos meus filhos e netos?
Pensem nisso! Cuidado com os votos e com os vereadores escolhidos! Politizem-se!
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Laura B. Martins
Este pequeno filme é bastante interessante e merece ser assistido.
Dá para pensarmos a respeito do assunto tratado.
Clique no endereço abaixo e aguarde para ver o filme.

http://www.themeatrix.com/portuguese/

 

LauraBM às 00:26
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